Wilson avançou e desferiu um soco brutal no rosto de Afonso.
— Seu canalha! Defendendo a amante na frente da noiva? Ótimo, fiquem aí e casem vocês dois! Irmã, vamos embora.
Wilson agarrou o braço de Amélia para levá-la. Afonso tentou segurá-la:
— Amélia, por favor, acredite em mim! Eu não lembro de nada, mas juro pela minha vida que jamais te trairia! Acredite em mim!
Afonso implorava, mas Igor o empurrou com violência: — Escute aqui! A filha da família Sousa não precisa implorar para casar! Não pense que só porque você é o dono do Grupo GZ pode fazer o que bem entende. Com a nossa família, ninguém brinca! Nunca mais chegue perto da Amélia!
Karina, tremendo de raiva, completou: — Achou que íamos baixar a cabeça pro seu dinheiro? Para nós, você é só mais um lixo. Fique longe da minha filha!
A família Sousa levou Amélia embora. Ela entrou no carro como uma morta-viva. A história se repetia. Sérgio Barros a traiu, e ela pensou que Afonso seria diferente. Mas no fim, o amor parecia ser sempre essa armadilha cruel. Não importava quem fosse, o resultado era a dor.
No carro, Wilson segurou a mão da irmã: — Amélia, se quiser chorar, chore. Nós estamos aqui com você.
Ao ouvir a voz gentil do irmão, a represa se rompeu. As lágrimas de Amélia caíram pesadas.
— Irmão... será que todo homem é irresponsável? Será que todo homem acaba trocando a mulher por outra?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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