Por hábito, Isabela usou Carlos para ameaçá-la.
Antes, era só citá-lo que ela se calava.
Mas agora, quando parou de falar, Beatriz puxou o cabelo dela!
Isabela gritou.
Sem dar tempo, Beatriz esfregou o rosto dela na borda áspera da fonte.
A pele do rosto esfolou, doendo!
— Ah, eu tiro, eu tiro!
Diante do perigo de Beatriz.
Isabela entrou em pânico, sem dúvidas de que ela cortaria a sua mão.
Tirou o relógio depressa.
Quando Carlos soube do encontro delas e saiu, viu a cena.
Ele gritou: — Beatriz, o que está fazendo? Solte-a.
Carlos correu até lá.
Isabela: — Carlos...
O tom de voz estava miserável, sem a arrogância de antes.
Beatriz sentiu repulsa daquele cinismo.
Jogou Isabela no chão, que soltou um "Ugh", e as lágrimas caíram.
Louca, Beatriz tinha ficado louca.
Já não bastava a arrogância, agora na frente de Carlos ela tinha coragem de agir assim!
Vendo Isabela no chão, Carlos ficou mais irritado!
Deu alguns passos até ela e inclinou-se para carregá-la.
Mas uma mão estava quebrada e sem forças.
Isabela jogou-se nele: — Não culpe a Beatriz, fui eu que errei em vir te procurar aqui.
Os dois atuavam como um casal apaixonado na frente de Beatriz.
Carlos olhou e viu o pescoço vermelho.
E metade do rosto inchado!
Ao voltar o olhar e ver o relógio na mão dela, gritou: — Ficou louca?
Beatriz se aproximou e puxou o cabelo que cobria a orelha de Isabela.
Ao ver o brinco, riu: — Tão pobre que não tem dinheiro para comprar presentes para as mulheres de fora?
Até o brinco era dela!
A humilhação veio pesada.


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