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Zoé Santos:A Fênix de Cidade R romance Capítulo 270

Tânia Meireles e Zoé Santos terminaram de conversar e se preparavam para retornar.

Nesse momento, Yasmim Castro se aproximou apressada, chamando com ansiedade:

— Zoé!

Zoé Santos não deu atenção, virou-se de costas e entrou diretamente no elevador.

Yasmim Castro correu atrás:

— Zoé, a mamãe quer falar com você...

O rosto frio de Zoé Santos já havia desaparecido atrás das portas que se fechavam.

As lágrimas de Yasmim Castro escorreram imediatamente, enquanto ela torcia os dedos de tanta ansiedade.

Tânia Meireles a olhou e disse suavemente:

— Tia, o erro é de quem errou. Se você tenta intermediar, na verdade está tomando partido de quem errou.

Mesmo que a tia não fizesse nada, já estaria tomando partido do lado errado.

Ainda mais querendo assumir a culpa para si.

Como a prima poderia não se importar?

Tânia Meireles respirou fundo:

— Todos da família Santos estão defendendo Talita Santos sem distinguir certo ou errado. Tia, só porque você ajudou a família Meireles, precisa fazer o mesmo?

Yasmim Castro pareceu finalmente entender o quanto suas atitudes feriam a filha.

Seu rosto ficou pálido de repente, os lábios tremendo ainda mais, as lágrimas caindo sem parar.

Tânia Meireles não disse mais nada e se afastou.

...

Ao sair do hospital.

Henrique Farias olhou de soslaio para o rosto frio e contido de Zoé Santos, tirou do bolso um pirulito sabor cola e lhe ofereceu.

Pedro Soares, incrédulo, lançou um olhar ao doce e logo pousou os olhos em Henrique Farias.

Desde quando esse sujeito andava por aí distribuindo pirulito?

Zoé Santos baixou os olhos para o doce, e após dois segundos, pegou-o, desembrulhou e colocou na boca.

Em seguida, mastigou o pirulito em poucos segundos, jogando o palito no lixo ao passar.

— Obrigada — disse Zoé Santos.

— De nada — respondeu Henrique Farias, tirando outro pirulito e oferecendo a ela. — Quando terminar esse, não esquece de escovar os dentes ao chegar, comer muito doce faz mal pra eles.

Zoé Santos lançou-lhe um olhar rápido, o rosto pálido e impassível:

— Meus dentes estão ótimos, quer testar?

Henrique Farias virou a mão, mostrando o dorso para ela:

— Quer testar onde? Por mim, tudo bem.

Zoé Santos olhou para a mão dele, ossuda e elegante, de pele impecável, e ficou em silêncio por um instante.

Atrás deles, Pedro Soares e Daniel Farias permaneciam calados.

— Não vai morder? — Henrique Farias, vendo o silêncio, recolheu a mão, enfiando-a de volta no bolso da calça, sua voz baixa e paciente. — Guardei a oportunidade pra você. Se um dia quiser morder, levo eu inteiro, com a mão, até você.

Zoé Santos não respondeu, o silêncio pairando.

O rosto de Pedro Soares era puro espanto.

Zoé Santos, sem vontade de prolongar o assunto, perguntou:

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