Ele me segurou pelo pescoço por trás e eu fiquei assustada e tentei me soltar, ele soltou o meu pescoço e me fez encará-lo, ele segurou forte o meu cabelo e perguntou se eu havia dado a buceta pro Marlon, a primeira coisa que pensei foi usar as mesma palavras que ele usou comigo um dia, eu fazia questão de fazê-lo engolir do próprio veneno.
Ele saiu me puxando até os fundos da casa, abriu uma porta e me empurrou pra dentro, parecia ser o quarto da empregada, eu perguntei o que ele iria fazer comigo e o chamei de Kalel, e ele notou a ausência do (Tio).
É claro que ele notaria, eu quase não estava raciocinando direito.
Ele disse que eu iria ver o que acontecia com garotas que gostavam de brincar com homens mais velhos.
Ele trancou a porta e me encarou com fúria e eu senti medo, nós estávamos sozinhos, e por mais que eu gritasse, a Valentina não iria conseguir me ouvir da casa de hóspedes.
Ele se aproximou de mim e eu tentei me afastar mas ele conseguiu me segurar.
Ele tirou toda a minha roupa e me jogou na cama, e a partir de então eu soube o que ele iria fazer comigo e o medo se dissipou totalmente, ele colocou o pau grande dele pra fora e me enforcou enquanto me comia, eu literalmente estava no céu, ele nem fazia ideia que a minha buceta já havia sido invadida pelos dedos do Marlon.
O Kalel ficou perguntando se era isso que eu queria, me chamou de ordinária, e os xingamentos dele só me fizeram ficar ainda mais enlouquecida, ele soltou o meu pescoço e segurou os meus peitos e eu fiquei gemendo todo tipo de safadeza pra ele.
Estava tudo tão bom, ele me comia com tanta intensidade que eu não queria que acabasse tão cedo.
A Valentina gritou pelo meu nome e ele tampou a minha boca, a minha buceta estava pulsando e eu estava quase gozando, eu não aguentei e gozei, de uma forma que eu nunca havia gozado na vida, com os meus gemidos reprimidos e o meu corpo inteiro reagindo ao prazer, eu senti o leite quentinho dele entrar inteiro dentro de mim, e o rosto dele enquanto gozava foi lindo de ver.
Eu estava apaixonada.
Ele saiu de dentro de mim, olhou pra minha buceta e abriu as minhas pernas e colocou os dedos dele na minha buceta, foi inevitável não pensar no Marlon, eu comecei a imaginar os dois me fodendo ao mesmo tempo, eu coloquei a mão na boca e segurei o meu gemido enquanto gozava novamente nos dedos do Kalel.
Eu olhei pra toda situação e me senti foda pra caralho, parecia que eu havia acabado de ganhar um prêmio, eu enfim havia conseguido que ele me comece, faltava só ele se apaixonar por mim o tanto quanto eu estava apaixonada por ele.
Ele mandou eu me vestir e dar pra Valentina a desculpa de que eu estava no banheiro, mas antes eu peguei os dedos dele que estavam a poucos instantes dentro de mim, botei na boca e os chupei.
Ele disse que eu queria acabar com ele, e eu vi que o pau dele já estava duro de novo, mas nós não tínhamos mais tempo pra fazer nada.
Eu comecei a me vestir, pensando em como seria dali em diante, ele não podia achar que me tinha por completo, ele precisava ter medo de me perder, então antes de sair, eu disse que tinha dado a buceta pro Marlon sim, e perguntei se ele não se importava de ter sido o segundo.
É claro que eu não esperei pela resposta dele, eu não queria morrer.
Eu corri até a porta dos fundos com medo dele vim atrás de mim e acabar comigo.
Assim que cheguei no jardim eu dei de cara com a Valentina que me olhou com uma desconfiança além da conta, não era uma desconfiança comum, o olhar dela era acusatório.
Valentina: Onde você estava e porquê você está saindo pela porta dos fundos? Você não ouviu eu te chamar?
— Você me chamou? Desculpa, eu não ouvi, é que eu senti uma dor de barriga forte e fui no banheiro social.

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