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A Babá e o Juiz romance Capítulo 12

Eu senti Alex ir e vir tantas vezes com o seu vigor que ao invés de gozar como acontecia nas carícias, eu comecei a sentir incômodo.

Alex percebeu minha agonia debaixo dele e deitou do meu lado, ainda ereto e disse:

— Vem Bella, senta! Assim você controla. Vai no seu tempo! Eu não quero te machucar, eu sou um tanto selvagem.

Eu quase disse;” eu também!”, mas era a minha primeira vez.

Eu subi nele, foi difícil ainda, mas eu estava com muito desejo e minha lubrificação só aumentava. Mas eu acho que o que me fez subir em cima daquele touro foi o medo da dona Esther. Ela batia forte, sabia humilhar, fazer pressão psicológica e tinha o meu irmãozinho na história para piorar.

Bom, eu cavalguei gostoso, eu deixei Alex louco. Ele segurava o meu quadril com força me forçando a subir e descer diversas vezes seguidas. E foi nesse ritmo que ele gozou despejando dentro de mim o seu líquido quente.

Eu caí para o lado, sem saber se tinha gozado ou não. Claro que não! Uma dor aguda no meio do desejo, um membro avantajado pulsando dentro da minha entrada apertada!

Alex sorria satisfeito com os olhos fechados.

— Você não gozou, eu sei!

Ele era experiente e logo percebeu.

— Tudo bem— eu disse sem graça.

Alex virou-se para mim e disse com voz aveludada:

— Vai se lavar e voltar aqui.

Homem sabe ser carinhoso e meigo quando quer. Eu fui correndo. Me lavei rapidamente e logo estava de volta para receber a minha recompensa.

Alex sorriu achando graça. Eu fiquei literalmente parada, esperando para que ele me dissesse o que fazer para que eu também tivesse um orgasmo.

Ele me estendeu a mão e eu deitei do seu lado. Depois ele me beijou e desceu os lábios quentes pelo meu corpo e logo chegou onde eu queria.

— Aí Alex! Isso!

Ele deu muitas sugadas ali. Eu me contorcia de prazer e a minha lubrificação escorria pelas pernas.

Ele se ergueu e me olhou como se me examinasse.

— Deixa eu te sentir só um pouquinho! Não vai doer, eu prometo. Eu posso?

— Tá, pode!

Alex sorriu e se ajeitou me penetrando devagar.

— Tá gostoso? Hein, Bella? Fala para o seu homem!

Eu me arrepiei. Que homem era aquele! Que loucura!

— Eu quero ser sua mulher, Alex! — eu disse sorrindo, de olhos fechados.

— Você é minha mulher agora, Bella! Agora você tem um homem! Pode me usar o quanto quiser!

Eu ainda suspiro quando lembro desse homem gostoso falando que eu posso usá-lo à vontade!

Eu queria usar muito mesmo. Naquele momento eu só pensava em curtir aquele corpão sarado. Eu era miúda perto dele e acho que isso me excitava muito.

— Abre mais pra mim, abre Bella!

Eu podia gozar só com aquela voz rouca no meu ouvido.

Giorgia resolveu interceder em meu favor.

— Deixe a Bella em paz, Cristal, provavelmente, ela não se lembra do sonho, não é mesmo?

Eu assenti e corri para o banheiro, onde eu tinha privacidade, apesar dele ficar no corredor.

Giorgia e Cristal ficaram se olhando curiosas.

— Acha que ela gosta mesmo do meu pai? Eles vão se casar?

Giorgia perdeu a paciência e saiu resmungando:

— Para de me fazer pergunta difícil, menina! E eu sei lá o que se passa na cabeça desses dois!

Eu mandei Cristal para o balé e fiquei evitando Giorgia. Fui arrumar os quartos lá em cima.

Tinha uma peça de roupa do Alex jogada na cama. Eu fechei os olhos e sorri lembrando da noite passada.

Avancei e segurei a peça íntima preta. O cheiro de macho ainda estava ali. Eu arrumei o banheiro e me assustei ao ver uma calcinha minha sobre a bancada.

Apesar de Alex saber que era eu quem arrumava lá em cima, aquilo me deixou desesperada. Coloquei rapidamente no bolso do uniforme.

— Ai meu Deus, que loucura!– eu desabafei.

Terminei de arrumar o quarto, depois de cheirar todas as peças de roupas espalhados por lá.

Sai do quarto sorrindo e dei de cara com Giorgia. Ela estava parada na porta.

— Qual o motivo desse contentamento?

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