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A babá sequestrada pelo alfa romance Capítulo 39

ATENÇÃO: ESSE CAPÍTULO TEM CENAS SEXUAIS EXPLICITAS

A porta do apartamento mal chegou a fechar.

Babi nem lembrava de ter girado a chave, só lembrava da mão de Mason na cintura dela, firme, quente, puxando-a de volta antes que desse dois passos para dentro. O impacto do corpo dele contra o dela arrancou um som surpreso da garganta dela, que morreu no instante seguinte quando a boca dele caiu sobre a sua.

Mason avançou como um predador com fome, a boca colando na dela sem gentileza, tinha só fome e desejo. Os dentes arranharam o lábio dela, a língua tomou espaço, sem pedir licença, sem espaço para dúvidas. Babi gemeu contra a boca dele, agarrando a jaqueta como se aquilo fosse tudo que a segurava de pé.

— Você é um maluco, um completo doido — sussurrou, já sem fôlego, sentindo o pau dele duro pressionando sua barriga, a respiração dos dois já misturada, quente, animalesca.

— E você trouxe o maluco na sua casa mesmo sabendo que eu sou louco — ele devolveu, a voz baixa, suja, quase um rosnado de lobo.

Mason girou o corpo, empurrou Babi com as costas contra a porta, prendendo os pulsos dela acima da cabeça só com uma mão enquanto a outra mão já subia por baixo da blusa dela, arranhando a pele, apertando a cintura, puxando até ela perder o rumo.

O beijo se aprofundou, quente demais, não era beijo de paixão, era raiva virando desejo, era tudo que ficou preso explodindo de uma vez.

— Eu devia te expulsar agora mesmo — ela sussurrou, gemendo quando ele mordeu seu pescoço, marcando sem dó, chupando até ela sentir o sangue pulsar debaixo da pele.

— Devia mesmo — ele respondeu, já descendo a mão pra bunda dela, puxando, colando o quadril no dela, roçando o pau duro onde ela já latejava, pronta, molhada. — Mas você vai implorar pra eu não ir embora.

— Convencido do caralho… — Babi murmurou, mas a voz já falhava, traindo.

— Gosta disso? — Mason provocou, a voz rouca, a mão já se enfiando por dentro da calcinha dela, os dedos tocando a boceta molhada, deslizando, massageando o clitóris sem piedade.

Babi mordeu o ombro dele, os olhos fechados, a pele toda em brasa. Ele a segurou no colo, carregando-a até o balcão da cozinha sem se importar com nada, derrubando potes, pratos, qualquer coisa que atrapalhasse o caminho. Empurrou Babi de bruços, passou a mão pelo cabelo dela, puxou de leve, mandando:

— Fica quietinha…

Ela obedeceu, sem pensar, gemendo alto quando sentiu ele pressionar o pau contra a bunda dela, ainda de roupa, mas já esfregando, roçando, ameaçando. As mãos grandes abriram as pernas dela, empurrando a saia para cima, deixando a bunda dela exposta e puxaram a calcinha de lado, sem delicadeza nenhuma, os dedos entrando nela, fodendo devagar só pra provocar.

— Você é safada demais, Babi… — ele murmurou no ouvido dela, a voz já tomada pelo lobo. — Olha como tá molhada pra mim.

Ela gemeu, arfando, se debatendo, mas querendo mais.

— Você é um maldito — ela xingou, mas já empinando, se oferecendo.

— E você adora — ele respondeu, tirando a própria calça com pressa, sem nem abaixar tudo.

Encostou a glande na entrada dela, passando só na entrada, só pra deixar ela desesperada, depois enfiou devagar, só a cabeça, parando, tirando, brincando.

Babi quase chorou de raiva, de desejo, de frustração.

— Filho da puta… — ela gemeu, tentando jogar a bunda pra trás.

— Quem manda sou eu agora — ele disse, puxando o cabelo dela de leve, fazendo ela olhar pra trás.

Então, de uma vez, enterrou fundo, arrancando um grito, um gemido alto, selvagem.

Foi bruto.

Foi rápido.

Foi de perder o ar.

Mason meteu forte, segurando ela pelos quadris, puxando de encontro ao corpo dele, fodendo num ritmo louco, se entregando sem pensar sobre ela ser humana, sobre o que a alcateia iria pensar só queria aplacar aquele desejo, aquele fogo que não o deixava ter paz desde o dia que sentiu o maldito cheiro de Babi

O lobo rugia na cabeça dele.

“Marque-a… Ela é nossa… Marque-a agora!”

Mas Mason resistiu, não mordeu, não cruzou o limite final, ficou no abismo, brincando com o perigo.

Babi gozou primeiro.

O choque começou no clitóris, espalhando um calor avassalador por dentro, mais forte do que qualquer coisa que já sentiu. As mãos cravaram na borda do balcão enquanto ela se arqueava, gritando sem pudor.

— Mason… porra, não para… — gemeu, sentindo o pau dele pulsando ainda mais fundo, completamente fora da realidade.

A boceta dela apertou, tremeu, espasmos que a fizeram ver estrelas. A explosão de prazer era tanto física quanto mental. Ela queria odiar ele, mas tudo que conseguia pensar era em como aquele era o melhor sexo da sua vida.

— Isso, porra… goza pra mim — Mason sussurrou rouco, e ela se perdeu de vez, gritando de novo, sentindo o corpo inteiro se contrair, a pele arrepiada, o tesão rasgando tudo de dentro pra fora.

— Isso, puta merda… — ela sussurrou, fora de si, a voz embargada de prazer.

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