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A Esposa Desaparecida romance Capítulo 66

Na Suíça, no saguão de desembarque do aeroporto.

Isabela, recém-chegada, caminhava com passos firmes em direção à saída, vestida de forma elegante e prática.

De longe, ela avistou Luciano segurando Seven na área de espera. O pequeno segurava duas rosas vermelhas vibrantes, chamando a atenção.

— Ma... mãe! — Seven a reconheceu de imediato e acenou com as mãozinhas, sua voz infantil atravessando o barulho da multidão.

Isabela apressou o passo, quase correndo. Ela pegou Seven com cuidado em seus braços, beijou seu rostinho macio e disse com uma voz terna:

— A mamãe voltou.

Seven imediatamente passou os bracinhos ao redor do pescoço dela, esfregando a cabeça em seu ombro e chamando-a repetidamente de forma manhosa.

— Mamãe...

Ao lado, Luciano, com um tom de quem busca reconhecimento, disse:

— Viu só? Cuidei bem dele, não acha? Brinquei com ele, li livrinhos, dei mamadeira... e às vezes até dormi com ele.

Isabela ergueu os olhos para ele, seu tom com um toque de provocação.

— Você se lembra do que disse da última vez?

Luciano respondeu prontamente, sem hesitar:

— Férias. Eu autorizo!

Dizendo isso, ele pegou uma das rosas da mão de Seven e a entregou a Emma, que estava ao lado, acrescentando:

— Mas com uma condição: seu celular não pode ficar desligado. Preciso poder te contatar a qualquer momento.

Emma olhou para a única rosa vermelha em sua frente e pensou consigo mesma: "Que mão de vaca! Quem busca alguém no aeroporto com uma única rosa?"

Satisfeita, Isabela, que agora segurava a pessoa mais importante para ela, respondeu com leveza:

— Entendido.

Luciano olhou para o relógio.

— Vamos, levo vocês para casa.

Cerca de cinquenta minutos depois, Isabela chegou em casa com Seven.

A babá levou as malas para dentro com agilidade.

Seven, no entanto, estava grudado em Isabela como um carrapato e não queria descer. Com a cabeça em seu ombro e as mãozinhas fofas acariciando seu rosto, ele murmurava de vez em quando:

Isabela entregou o carrinho a ele — dentro havia vários modelos diferentes.

Seven o segurou por um tempo, mas não conseguiu abrir a embalagem, então o entregou de volta para Isabela.

— Ma... mãe, abre...

Isabela o ajudou a abrir. Seven imediatamente se sentou no tapete e tentou empurrar o carrinho, mas percebeu que ele não se movia.

Então, ele se levantou lentamente, apoiou-se na mesinha e começou a deslizar o carrinho para frente e para trás, completamente entretido.

Isabela colocou um banquinho atrás dele. Seven se virou, sorriu para ela e disse de forma arrastada:

— Biga... da, mamãe.

— De nada. — Isabela também sorriu, sentando-se no banquinho para observá-lo brincar.

A felicidade de uma criança era tão simples.

Olhando para Seven, ela pensou consigo mesma: "Que o meu pequeno Seven seja sempre assim feliz e cresça sem pressa."

Enquanto pensava, seus olhos se encheram de lágrimas.

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