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A Incrível Ex-Esposa do CEO Está de Volta! romance Capítulo 281

Luisa abriu a boca para falar novamente, mas o leve aperto de Alden em sua mão a fez parar. Ela se virou para ele, confusa, porém o sutil balançar de cabeça dele a fez recuar e silenciar.

Então ela cerrou os lábios ao se voltar para Kris, enxergando nos olhos dele aquilo que ele ainda não conseguia admitir. Ele sabia a verdade, mas simplesmente não estava pronto para enfrentá-la.

Thalassa continuava aninhada no peito de Kris, imóvel, exceto pelo sutil movimento de seus ombros, já entorpecida demais para chorar ou falar, tomada por uma exaustão que a paralisava por dentro.

A mão de Kris deslizava pelas costas dela em círculos lentos e reconfortantes, embora até isso parecesse distante, como um eco abafado diante da tempestade que rugia dentro dela.

E, sem dizer uma palavra, todos voltaram para a sala de espera.

Logo, os minutos se arrastaram até virarem horas e, em algum momento, um policial apareceu para tomar o depoimento de Bridget sobre o ataque.

A meia-noite chegou e passou, mas ninguém demonstrou sinal de sono. Cada enfermeiro ou médico que passava era seguido por olhares esperançosos, embora nenhum deles parasse para trazer qualquer notícia.

Por fim, após quatro horas exaustivas, a porta da emergência se abriu com força, e dois médicos saíram com os rostos carregados de seriedade.

No mesmo instante, Thalassa se levantou de um salto, com o coração disparando no peito.

— Ela está bem? — Perguntou, correndo até eles, com a voz tremendo de desespero. — Por favor, digam que ela está bem…

O médico mais alto hesitou por um instante, olhando para o grupo.

— Vocês são da família da paciente?

Kris avançou um passo, mantendo o braço protetor ao redor de Thalassa.

— Sou o genro dela. — Afirmou com firmeza. — Como ela está?

O médico soltou um suspiro pesado, com o semblante grave.

— Os ferimentos foram muito graves. As facadas atingiram o rim e outros órgãos e vasos vitais, e fizemos tudo o que era possível para estabilizá-la, mas a perda de sangue e os danos internos foram extensos.

Ele fez uma breve pausa, suavizando o tom da voz.

— As próximas horas são críticas. Ela pode resistir... Ou podemos perdê-la.

Bridget soltou um grito agudo, levando a mão ao peito.

— Não, não! Não diga isso! Ela não pode morrer! Por favor, doutor… Vocês precisam salvá-la.

Justo quando parecia que as coisas estavam se ajeitando, tudo havia sido despedaçado mais uma vez... O que ela havia feito para merecer aquilo? Por que essas coisas aconteciam sempre com as pessoas que ela mais amava?"

Logo, ela encarou o médico.

— Eu preciso vê-la.

Porém, o médico balançou a cabeça.

— Isso não é recomendável agora. Ela está sendo transferida para a UTI e está sob sedação profunda, então precisa de descanso absoluto, e qualquer perturbação pode ser prejudicial.

— Eu não vou perturbá-la. — Insistiu Thalassa. — Mas eu preciso estar com ela. Preciso vê-la, ficar ao lado dela caso algo aconteça. Por favor.

O médico hesitou ao encarar o rosto tenso dela e, por fim, assentiu.

— Tudo bem. Você pode ficar com ela, mas apenas você, e é essencial que não interfira no repouso da paciente.

— Obrigada. — Murmurou Thalassa, com a voz embargada pela emoção.

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