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A Luna Indesejada do Alfa romance Capítulo 173

(Ponto de Vista de Kennedy)

Afastei-me um pouco para olhar para o Ryker. Nós dois continuávamos exatamente os mesmos... E, ao mesmo tempo, tudo tinha mudado em questão de instantes. Eu mal conseguia acreditar que tinha conseguido passar por aquilo. Nunca imaginei que seria capaz de contar aquela história para alguém…

Ainda me sentia um pouco entorpecida, quase como se não tivesse sido eu quem contou tudo aquilo. Era como se outra pessoa tivesse usado minha boca enquanto eu apenas estava ali, assistindo. Mesmo agora, percebi que minhas mãos estavam segurando o rosto do Ryker, e eu nem lembrava de ter me movido.

Ele continuou em silêncio, apenas deixando que minhas mãos o explorassem com calma. Passei os dedos pelo pescoço firme até chegar à barba rala, bem aparada. Segui contornando a linha do maxilar e, quando deslizei o polegar pelos lábios dele, ele respondeu com um beijo leve na ponta do meu dedo, sem avançar além disso. As maçãs do rosto fortes se destacavam ainda mais enquanto o maxilar dele se contraía e relaxava a cada toque meu.

Quando passei os dois polegares pelas sobrancelhas dele, ele fechou os olhos e soltou um suspiro. Em seguida, enfiei os dedos no cabelo dele, arranhando de leve o couro cabeludo com as unhas, o que arrancou um pequeno arrepio do corpo dele.

— Você está me matando, docinho. Tenho um milhão de perguntas, mas também quero muito te virar e descobrir que outros sons consigo arrancar dessa sua boca gostosa.

Beijei o maxilar dele, e senti os músculos dele se contraírem sob meus lábios.

— Que perguntas você tem?

Eu não tinha a menor intenção de acabar com aquilo rápido. "Depois de tudo que ele me fez esperar, agora quem ia ter que aguentar era ele…" Continuei deixando beijos suaves pelo caminho, saindo do maxilar e descendo lentamente por um lado do pescoço dele.

— Ah... Eu... Ah... Eu esqueci. — Ele gaguejou enquanto eu deixava um rastro de beijos de uma clavícula até a outra.

Soltei uma risadinha e apertei mais o cabelo dele na nuca.

— Não vem com essa. Eu sei que sua mente deve estar cheia de perguntas agora. Eu também estaria no seu lugar. — Sussurrei contra a pele quente dele.

— Não é essa cabeça que o seu corpo escolheu alimentar de sangue agora. A de cima está praticamente desligada.

Mesmo com os olhos ainda fechados, o corpo dele confirmou a afirmação quando o pau dele bateu na minha bunda. Diante da situação, balancei os quadris de leve e arranquei outro gemido dele.

— Uma pena você ter insistido em me vestir... A gente já podia estar começando o nosso segundo turno.

Os olhos dele se abriram na mesma hora, e havia um calor ali que eu ainda não tinha visto antes. No fim das contas, eu tinha acabado de desafiá-lo.

— Ah, docinho... Você está subestimando completamente o motivo dessa camada.

O verde esmeralda dos olhos dele brilhou profundamente por um segundo.

— Antes de tudo, eu queria você usando minhas roupas. E, para deixar claro, daqui para frente é só com elas que você vai dormir. Segundo, essas aqui…

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