(Ponto de Vista de Ben)
Fiz o trajeto de uma hora em cerca de quarenta e cinco minutos, aproveitando cada segundo para fazer o máximo de ligações possível. Afinal, eu precisava chegar até a minha garota. “Minha garota… É, o som disso já não me incomodava tanto quanto antes…” Agora, o que eu precisava mesmo era convencê-la de que ela era minha e de que eu não tinha a menor intenção de tirar o título dela, não importava o que aquele bando de idiotas ao redor dela dissesse.
‘Bem, pelo menos você deu conta de ir até o fim.’
‘Cala a boca, idiota. Você ama a Kennedy tanto quanto eu.’
‘Mas eu nunca estive apaixonado por ela. Agora anda logo, quanto mais a gente se aproxima, mais eu sinto a tensão e a inquietação da nossa companheira. Ela está sofrendo.’
Ela ia precisar de tempo para aceitar o vínculo comigo, além de muita insistência da minha parte. Ainda assim, antes de qualquer coisa, precisávamos resolver essa situação envolvendo os intrusos e as bruxas, porque, do contrário, ela nem consideraria me ouvir.
Estacionamos em frente à casa da alcateia, e, mal coloquei o carro em ponto morto, já saltei para fora, correndo direto para dentro. Até porque eu também conseguia sentir aquilo…
Logo, atravessei o lugar às pressas, seguindo direto em direção às vozes exaltadas que vinham de perto do escritório da Alfa.
— Não! Eu não vou comer nada até você me mostrar. — “Que porr* era essa?”
— Mas, Alfa, fui eu que preparei, como sempre. Não tem mais ninguém aqui. — “Novamente… Que merd* era essa?”
— Elara, o que está acontecendo? — Perguntei, entrando pela porta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Luna Indesejada do Alfa
Parecis legal. Mas ai começa o autoritarismo e machismo e tudo perde a graça e fica mais do mesm9...