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A Luna Meio-Sangue romance Capítulo 25

Ponto de vista de Ella.

E um estralo de chicote soou sibilante.

Gritei de dor assim que o chicote do alfa me golpeou nas costas pela milionésima vez.

“Devemos continuar para me deixar confortável? Estou desejando você desde o início desta noite adorável", disse alfa Grey com um tom de luxúria.

Chorei desesperadamente. Se pudesse escolher, preferiria cem vezes a tortura em vez do estupro. Ser violentada por ele fez com que eu sentisse ódio de mim mesma. Fiquei com nojo da minha pele e por estar me entregando a ele voluntariamente. Afinal, não tinha outra escolha.

Mais uma chicotada!

"Você mordeu a língua, minha pequena escrava?", alfa Grey sussurrou em meu ouvido, enquanto puxava minha cabeça para trás, agarrando violentamente um punhado de cabelo.

Solucei desesperada. Era meu dever responder, caso contrário ele continuaria me machucando. No entanto, prolongar o estupro e tolerar mais tortura deixariam ele se cansar mais rapidamente e diminuiriam o número de vezes que eu seria violentada.

Gritei quando ele agarrou com força o meu cabelo. Senti algumas mechas se partirem.

“Não consigo ouvir você. Está me provocando de propósito?”, ele sibilou em meu ouvido.

“Por favor, não me machuque, alfa. Não aguento mais”, implorei com covardia.

Rapidamente ele soltou meu cabelo e chicoteou violentamente as minhas costas. Continuou lançando o chicote um após o outro, e eu fiquei completamente presa na dor, impotente e fraca.

Finalmente, gritei em desespero.

"Ella, acorde! Você está tendo um pesadelo. Isso não é real. Concentre-se na minha voz”, era o beta Joseph se infiltrando no meu pesadelo, fazendo toda aquela cena desaparecer no mesmo instante.

Lentamente abri meus olhos e mirei na direção de seus olhos azuis.

Observar seu olhar era como enviar uma onda de segurança para todo o meu corpo, aliviando toda a dor imaginária que senti durante o meu pesadelo.

Ele estava de pé, segurando a parte superior dos meus ombros.

Assim que ele teve certeza de que eu não estava mais presa no pesadelo, soltou meus ombros e se sentou na beirada da cama.

"Você está bem?", perguntou preocupado.

Eu estava respirando com dificuldade, suando e tremendo, mas consegui acenar vigorosamente com a cabeça.

“Aqui, tome um pouco de água. Isso vai deixá-la mais calma”.

Com a ajuda dele, sentei-me e peguei o copo plástico cheio de água.

Bebi de uma só vez. Notei que estava com muita sede.

"Você quer um pouco mais?", ele perguntou.

"Sim, por favor, beta Joseph".

Em seguida, ele me deu outro copo cheio de água, mas bebi lentamente desta vez.

Olhei ao redor. Não estávamos em um quarto de hospital como eu esperava. Era um quarto grande com janelas enormes. Tinha seu próprio banheiro e armário. Também havia um sofá gigante e uma TV instalada na parede oposta a ele. Olhei para a cama em que estava dormindo. Era uma cama king size super confortável com os lençóis mais macios em que já dormi.

Evitando seu olhar, segurei o copo e perguntei com nervosismo: "Eu estava ... gritando?".

“Não fique pensando nisso, Ella. Foi só um pesadelo”, ele diz baixinho.

Na verdade, não era um pesadelo, mas uma lembrança.

“Onde estamos exatamente, beta?”, perguntei para mudar de assunto.

“Estamos na casa do bando. Este é o seu quarto de agora em diante”, disse apontando para o quarto.

Expressando minha surpresa, eu o encarei. Devo ter ouvido mal. De jeito nenhum este quarto enorme é meu.

"Meu quarto?", indaguei novamente só para não restar dúvidas.

Ele sorriu discretamente e disse: “Sim, é todo seu. É livre para fazer o que quiser com ele”.

Por que eles dariam a uma serviçal um quarto enorme como este? Com janelas enormes, banheiro privativo e uma TV daquelas!

“Você parece muito surpresa que este seja o seu quarto, Ella”, ele diz mostrando curiosidade.

“Eu... só... não sei. Sinto que…”, balbuciei umas palavras.

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