Esfregou a ereção grossa e pulsante contra a minha pelve , o membro rígido roçando minha intimidade nua e molhada, e um gemido involuntário, gutural e desesperado, rasgou meus lábios .
— Isso… geme para mim, ovelhinha — sussurrou, hálito quente me incendiando.
— Tudo bem ser uma pequena devassa. Seu pai nem era pastor de verdade.Falou no meu ouvido, retirando minhas mãos que tentavam afastá-lo e prendendo-as acima da cabeça contra a parede com uma só mão forte , me deixando exposta, seios fartos e rosados arfando, mamilos duros como pedras implorando pela boca dele .
— Nossa… como você é linda — murmurou, olhos azuis escuros de luxúria devorando cada pedacinho do meu corpo.
— Começando por esses olhos esmeralda, com esse brilho de entrega e rebeldia… depois essa boquinha carnuda e gostosa que implora para ser beijada… e esses seios perfeitos, que parecem pedir pela minha boca.
Mordeu o lábio inferior, puro tesão masculino explodindo, corpo gostoso pressionado ao meu, o membro latejando contra minhas curvas.
— Por favor, me diz que quer minha boca neles.
— Por favor, me diz que quer minha boca neles
.— Não… eu não quero — respondi, voz fraca e ofegante, rosto corado de vergonha e excitação insana, tentando resistir apesar do mel escorrendo.
— Se me tocar, será contra a minha vontade.— Tem certeza de que não quer que eu os toque e te faça gozar aqui e agora, ovelhinha? — provocou, dedos roçando de leve.
— Já teve um orgasmo alguma vez? Já se tocou? Sabe o que estou te oferecendo? Prazer que vai te deixar trêmula e mole nessa cama.
— Eu já disse que não quero que me toque — rebati, encarando-o, desafio nos olhos esmeralda apesar do fogo líquido me consumindo.
— Por que não oferece isso à sua noiva e me deixa em paz?Eu mesma me surpreendi com a força, mesmo as coxas tremendo e úmidas.
— Pelo menos isso eu vou ter de você — disse, voz rouca de posse animal.
— E não será à força, porque você vai querer tanto quanto eu, ovelhinha.
es na porta e uma voz do lado de fora. Ele praguejou baixo, se afastando com evidente esforço.
— Depois — disse, olhando para mim como se estivesse fazendo uma promessa. — Isso não acabou.
Saiu do quarto, me deixando sozinha, trêmula, com o corpo inteiro em alerta e o coração batendo forte demais para alguém que jurava odiá-lo.
E, naquele silêncio pesado, percebi que o verdadeiro perigo não era ele.
Era o quanto eu reagia a ele.
Antes que eu pudesse reagir, ele tomou meus lábios em um beijo ardente. Um beijo que não pedia permissão, apenas tomava. E ele tinha razão: quando disse que eu ia querer, porque eu quis. Esqueci que ele era prometido. Correspondi ao beijo com a mesma fome.
Ele abandonou meus lábios e passou a mordiscar meu pescoço, chupando e sugando, deixando marcas que eu sabia que ficariam ali. Enquanto isso, sua mão livre se infiltrou entre minhas pernas, tocando-me sobre a calcinha branca de renda transparente, que mais revelava do que escondia.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A obsessão do CEO Mafioso