
A Prisioneira do Magnata
| Autores | Amara Castro |
| Categorias | Romance |
| Visualizações | 4 |
| Capítulos | 150 |
| Status | Em Andamento |
Resumo de A Prisioneira do Magnata
Descubra A Prisioneira do Magnata – Um sucesso de Amara Castro
Com uma história impactante e escrita cativante, A Prisioneira do Magnata é um(a) Romance Em Andamento que conquista leitores de todas as idades. Criado por Amara Castro, este livro é uma das leituras mais recomendadas da atualidade no gênero Romance.
Nina Lacerda não é uma boa menina. Ela é mestre em pequenos truques, mas, no fundo, é uma criatura frágil que só queria ser livre.
Dante Albuquerque queria trancá-la. Mantê-la em uma gaiola de ouro até que ela aprendesse a ser obediente. O problema é que, sempre que ele a trancava, Nina chorava. E bastava uma lágrima dela para que o coração impenetrável de Dante vacilasse.
Após algumas tentativas fracassadas de "domá-la", um amigo zombou dele por telefone:
— Você a tranca de manhã e a tira de lá à noite para abraçá-la. Quem vê de fora, pensa que o grande CEO Albuquerque está levando a filhinha para o jardim de infância, e não lidando com uma mulher.
Irritado com a própria fraqueza e decidido a possuí-la para sempre, Dante a arrancou das cobertas — onde ela dormia, macia e doce — e sentenciou:
— Vamos casar agora!
Menos de seis meses após o casamento, o impensável aconteceu: Nina caiu de um navio de luxo durante uma viagem. Sem rastro, sem corpo. Apenas o oceano vazio.
Dante é o que todos chamam de o cavalheiro perfeito: contido, frio e impecavelmente polido. Mas, por baixo do terno sob medida, habita um monstro. O mundo o elogiava por sua autodisciplina, enquanto Nina colapsava sob sua possessividade doentia. Ele a pressionou, a forçou e usou o casamento como uma corrente.
Forjar a própria morte foi a última jogada de Nina. E ela pensou que tinha vencido.
Seis meses depois, vivendo escondida e com pouco dinheiro, ela finalmente encontrou um pequeno estúdio barato para morar. Na primeira noite, enquanto dormia em paz pela primeira vez, uma sombra familiar e sufocante se projetou sobre seu corpo.
Uma voz rouca, carregada de uma fúria sombria, sussurrou em seu ouvido:
— Boa noite, Pequena Sereia.
Nina despertou em choque. Diante de seus olhos, Dante segurava uma foto antiga e amarelada: a imagem dela, com sua longa cauda brilhante, performando em um tanque de aquário... O segredo que ela pensou ter enterrado no fundo do mar.


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