— Ah, agora? — Jeane perguntou, incomodada. — Eu não acho que…
— Ah, é rapidinho. — Lucretia tentou passar, mas Jeane a empurrou. — O que é isso?
— Eu falei que estou ocupada! Lucretia, você não é mais uma criança! — Jeane inspirou fundo. — Quando puder entrar, eu aviso. Agora, com licença!
E fechou a porta, com força, na cara de Lucretia.
Por mais que não tivesse entrado, a ruiva só teve as suspeitas confirmadas. Se não era o pai dela ali, talvez drogado, ela não saberia dizer, tinha alguma coisa que Jeane não queria que ela visse. Mas Lucretia esperaria o momento certo.
Ela pegou o celular e ligou para Haylie.
— Hey! — ela disse. — Haylie, alguma notícia do Rhys?
— Não. — A moça falou. — E como você tá? O desgracento do Alfa Sheffer ainda no seu pé? Notícias do seu pai?
Haylie era a pessoa que Lucretia mais confiava, pois cresceram juntas.
— Eu já te disse que acho que a Jeane tá escondendo algo.
— Bruxa! Ela é uma bruxa, sabia?
Aquela palavra despertou alguma coisa na mente de Lucretia, mas ela não conseguia dizer o quê.
— Haylie, você acha que a Jeane pode tá se envolvendo com bruxaria?

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