— Oh, nada! — Ela abanou a mão na frente do corpo. — Deixa pra lá.
Dreida queria insinuar que Lucretia ainda nutria sentimentos por Kolby. Rheys entendeu e um instinto primal dentro dele despertou, fazendo-o rosnar baixo.
— Nós estamos de saída! — ele falou e apertou Lucretia ao lado dele. — Com licença.
Lucretia, antes de se afastar, olhou para Dreida.
— Desejo a vocês toda a felicidade que vocês merecerem! — ela falou e ofereceu um sorriso falso, virando-se para a frente e indo embora com Rhys. Assim que chegaram no carro, ele a empurrou contra a lataria, prendendo-a ali. — O que está fazendo? E o que foi aquilo?
Rhys não disse nada, apenas olhou para Lucretia com olhos famintos e passou o polegar pelos lábios dela, antes de segurar-lhe o queixo e beijá-la com força. Era um beijo possessivo e Lucretia se deixou ser levada pela sensação deliciosa da língua de Rhys, massageando a dela mesma, pedindo para devorá-la.
— Você ainda quer o Sheffer? — ele perguntou e Lucretia o olhou, desorientada. O cérebro dela ainda estava voltando à realidade. — Hmm?
Por algum motivo inexplicável, algo que Rhys não conseguia entender de jeito nenhum, ele não gostou da insinuação de Dreida.
[“Alguém aqui está com ciúmes!”] Embry soou na cabeça dele e Rhys o mandou ficar quieto, pois ele não tinha ciúmes, menos ainda dela, de Lucretia Bellanti! [“Ah, você tem. Rhys, pode mentir para si mesmo, mas não pode mentir pra mim!”]
— Não. — Lucretia respondeu e Rhys relaxou mais ao ver como a expressão dela era uma de nojo. — Não tenho fetiche por traidores!
— E por mim? — Rhys perguntou sem pensar antes de falar. Lucretia o olhou e franziu de leve as sobrancelhas. Ele poderia se afastar e fingir que não tinha dito nada, mas já tinha falado, não é? Rhys olhou em volta e a pressionou ainda mais contra o carro e Lucretia soltou um gemido baixo. — Você me provoca sem nem perceber, não é?
— Eu não…
— Minha vontade é de colocar você em cima desse capô e foder essa sua boceta gostosa até o seu cérebro virar geléia, Lucretia!
Movida por uma coragem incrível, Lucretia segurou a lapela do terno dele e o puxou para ela.
— E o que tá esperando?

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