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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 37

— Não seja descarado! Não vou te levar pro meu quarto!

— Como pode dizer uma coisa dessas? Eu te levei pro meu quarto na primeira noite em que a conheci. Não acha que temos uma falta de confiança aqui do seu lado?

— Às vezes eu me perguntou onde está aquele Alfa turrão que eu conheci. — Lucretia falou e suspirou. — Você não me levou. Como um convite. Você mandou me arrastarem até lá.

— O efeito final é o mesmo.

Ela sacudiu a cabeça.

— Prometo que vou ser bonzinho. Deixa eu ver.

Lucretia franziu a testa e estreitou os olhos.

— Por que a insistência? Se vai ser bonzinho, então nem tem motivo pra subir até o meu quarto.

Rhys olhou em volta e segurou Lucretia pela cintura, colando os corpos dele.

— Eu vou ser bonzinho, não disse que não te foderia até você ficar sem andar por horas, sua gostosa! — ele disse e lambeu a pele lobo abaixo da orelha dela, arrancando um gemido alto de Lucretia. — Eu vou fazer o que você quiser. Isso é o que siginifica ser bonzinho.

E ele só era bonzinho com ela. Ele queria dizer, mas as palavras ficaram presas na garganta.

— Depois… do almoço. Tudo bem? — A voz dela já saiu bem mais fraca e manhosa. Rhys sorriu de orelha a orelha. — Você é…

— Delicioso? Gostoso? Um tesão?

Lucretia riu.

— Impossível. — Ela respondeu. — Do jeito que está agindo, até parece que está sendo sincero, sabia?

[“É porque estamos sendo sinceros.”]

[“Cala a boca, Embry!”]

[“Só porque tô dizendo a verdade? Mal posso esperar a hora de marcarmos essa fêmea perfeita!”]

Rhys sacudiu a cabeça. Lucretia sabia que ele tinha falado com o lobo dele, pela forma como os olhos dele desfocaram.

— Vamos voltar para a packhouse, mas não para o meu quarto. Ok?

— Lucretia… — Corrado a repreendeu.

— Eu não fiz nada! — Deidra falou, inocentemente. — Aquelas mensagens…

— Realmente. Você não fez nada. — Ela olhou para Kolby. — Você é uma santinha.

— Meninas, por favor… estamos almoçando. E temos visita. — Jeane falou de maneira a parecer uma mãe amorosa e compreensiva.

Lucretia focou em comer, esperando que aquilo terminasse de uma vez.

[“E pensar que passaremos uma maldita semana aqui!”] Kali choramingou, mas não tinha nada que Lucretia poderia fazer. Ela precisava aguentar, porque ela não tinha passado pelo que passou simplesmente para desistir. Não mesmo! Ela amava aquele bando e não ia deixá-lo cair nas mãos daqueles dois idiotas incompetentes e malvados!

Após o almoço — no qual Corrado tentou de tudo o que foi jeito puxar o saco de Rhys, Lucretia cumpriu com a palavra dela e levou o noivo até o quarto dela, junto com a mala.

— Sogro, não acha que é um pouco desrespeitoso que Lucretia leve o noivo para o quarto dela? — Kolby perguntou e Corrado o olhou sem muito entusiasmo.

— Com todo o respeito, Alfa Sheffer, não acho que seja a melhor pessoa para me dizer um negócio desses. — Ele falou e inspirou fundo. — Por sinal, quando você e Deidra vão para o seu bando?

Rhys, que tinha uma audição maravilhosa, ouviu esse pedaço da conversa.

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