— Não seja descarado! Não vou te levar pro meu quarto!
— Como pode dizer uma coisa dessas? Eu te levei pro meu quarto na primeira noite em que a conheci. Não acha que temos uma falta de confiança aqui do seu lado?
— Às vezes eu me perguntou onde está aquele Alfa turrão que eu conheci. — Lucretia falou e suspirou. — Você não me levou. Como um convite. Você mandou me arrastarem até lá.
— O efeito final é o mesmo.
Ela sacudiu a cabeça.
— Prometo que vou ser bonzinho. Deixa eu ver.
Lucretia franziu a testa e estreitou os olhos.
— Por que a insistência? Se vai ser bonzinho, então nem tem motivo pra subir até o meu quarto.
Rhys olhou em volta e segurou Lucretia pela cintura, colando os corpos dele.
— Eu vou ser bonzinho, não disse que não te foderia até você ficar sem andar por horas, sua gostosa! — ele disse e lambeu a pele lobo abaixo da orelha dela, arrancando um gemido alto de Lucretia. — Eu vou fazer o que você quiser. Isso é o que siginifica ser bonzinho.
E ele só era bonzinho com ela. Ele queria dizer, mas as palavras ficaram presas na garganta.
— Depois… do almoço. Tudo bem? — A voz dela já saiu bem mais fraca e manhosa. Rhys sorriu de orelha a orelha. — Você é…
— Delicioso? Gostoso? Um tesão?
Lucretia riu.
— Impossível. — Ela respondeu. — Do jeito que está agindo, até parece que está sendo sincero, sabia?
[“É porque estamos sendo sinceros.”]
[“Cala a boca, Embry!”]
[“Só porque tô dizendo a verdade? Mal posso esperar a hora de marcarmos essa fêmea perfeita!”]
Rhys sacudiu a cabeça. Lucretia sabia que ele tinha falado com o lobo dele, pela forma como os olhos dele desfocaram.
— Vamos voltar para a packhouse, mas não para o meu quarto. Ok?

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