Kolby revirou os olhos e jogou o travesseiro de volta no rosto de Deidra, que não esperava e não se protegeu. Mesmo sendo um travesseiro, Kolby era um macho, um Alfa, e um com raiva. Ela perdeu o equilíbrio e caiu para o lado da cama, no chão.
— Ficou maluco? — ela perguntou, olhando para ele enquanto se apoiava nos braços.
Ele andou até ela rapidamente e segurou o queixo de Deidra, que soltou um gemido de dor.
— Eu estou farto dos seus pitis! Se não fosse por você, nada disso estaria acontecendo!
Ela bateu na mão dele, mas ele não a soltou. Na verdade, ainda segurou com mais força.
— “Nada disso” o quê? Heim? Você estaria com Lucretia?
— Exatamente! — Kolby a soltou sem o menor cuidado e Deidra terminou de ficar estatelada no chão. Ela o olhava com ressentimento. — Eu não deveria ter me deixado envolver por uma cobra inútil como você que a única coisa que servia era para falsamente massagear o meu ego e foder!
E depois de ter presenciado como Rhys e Lucretia estavam no jardim, Kolby sabia que nem nisso ela superava a irmã. Deveria ter sido ele com as mãos em Lucretia. Ela nunca o elogiava por interesse, tudo era genuíno. O colocava em um pedestal porque gostava dele, e queria passar o resto dos dias ao lado dele! Além disso, era a herdeira verdadeira do bando. Como é que ele podia ter imaginado casar com o tesouro original e querer depois fazer o falso passar por verdadeiro, quando não seria mais do que uma camuflagem? Que burrice!
Ele só se deu conta daquilo depois que Lucretia foi embora e sumiu. Ele já estava insatisfeito com Deidra. Então, Lucretia apareceu e o arrependimento foi como um soco no estômago!
[“Eu disse!”], Jax o lembrou.
[“Agora não!”]
[“Não vou perder a oportunidade de esfregar que você fodeu com tudo! Vê se não faz mais merda!”]
Kolby saiu, batendo a porta com força. Deidra segurou o travesseiro e o mordeu com força, porque ela não podia gritar com vontade ou alguém apareceria ali e ela não poderia explicar. Não queria falar com ninguém!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.