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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 52

Kolby revirou os olhos e jogou o travesseiro de volta no rosto de Deidra, que não esperava e não se protegeu. Mesmo sendo um travesseiro, Kolby era um macho, um Alfa, e um com raiva. Ela perdeu o equilíbrio e caiu para o lado da cama, no chão.

— Ficou maluco? — ela perguntou, olhando para ele enquanto se apoiava nos braços.

Ele andou até ela rapidamente e segurou o queixo de Deidra, que soltou um gemido de dor.

— Eu estou farto dos seus pitis! Se não fosse por você, nada disso estaria acontecendo!

Ela bateu na mão dele, mas ele não a soltou. Na verdade, ainda segurou com mais força.

— “Nada disso” o quê? Heim? Você estaria com Lucretia?

— Exatamente! — Kolby a soltou sem o menor cuidado e Deidra terminou de ficar estatelada no chão. Ela o olhava com ressentimento. — Eu não deveria ter me deixado envolver por uma cobra inútil como você que a única coisa que servia era para falsamente massagear o meu ego e foder!

E depois de ter presenciado como Rhys e Lucretia estavam no jardim, Kolby sabia que nem nisso ela superava a irmã. Deveria ter sido ele com as mãos em Lucretia. Ela nunca o elogiava por interesse, tudo era genuíno. O colocava em um pedestal porque gostava dele, e queria passar o resto dos dias ao lado dele! Além disso, era a herdeira verdadeira do bando. Como é que ele podia ter imaginado casar com o tesouro original e querer depois fazer o falso passar por verdadeiro, quando não seria mais do que uma camuflagem? Que burrice!

Ele só se deu conta daquilo depois que Lucretia foi embora e sumiu. Ele já estava insatisfeito com Deidra. Então, Lucretia apareceu e o arrependimento foi como um soco no estômago!

[“Eu disse!”], Jax o lembrou.

[“Agora não!”]

[“Não vou perder a oportunidade de esfregar que você fodeu com tudo! Vê se não faz mais merda!”]

Kolby saiu, batendo a porta com força. Deidra segurou o travesseiro e o mordeu com força, porque ela não podia gritar com vontade ou alguém apareceria ali e ela não poderia explicar. Não queria falar com ninguém!

— Acha que alguém ouviu? — Lucretia perguntou e Rhys soltou uma gargalhada.

— Só não ouviu quem é surdo.

Lucretia deu um tapinha no peito dele. Rhys segurou o pulso dela e Lucretia o encarou. Será que ela tinha passado do limite? Para a surpresa dela, Rhys beijou-lhe os dedos.

— Você tá quase fechando os olhos. Durma. Amanhã preciso falar com o seu pai sobre a cerimônia.

Pela manhã, no escritório, Corrado não foi contra.

— E com isso, Alfa Bellanti, eu quero que Lucretia assuma o poder assim que nos casarmos. Era o que aconteceria quando ela ainda estava comprometida com o Alfa Sheffer, correto? — Rhys sorriu de um jeito que fez o sangue de Corrado correr mais lento nas veias. — Lucretia vai assumir o Bando.

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