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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 53

— Alfa Rhys?

— Algum problema? — Rhys perguntou e Corrado abriu a boca algumas vezes, sem conseguir realmente falar nada.

— Bom… eu…

— Não ia se aposentar quando ocorresse o casamento com o Alfa Sheffer?

Corrado engoliu em seco. Sim, mas ele acreditava que Kolby ficaria sob controle, mas Rhys? Rhys tomaria o bando para ele! Eles eram ShadowBlood, por favor!

Porém, Corrado não poderia ir contra o pedido de Rhys. Seria como dizer, em outras palavras, que não confiava nele. E isso seria um desafio grande demais, um que ele não poderia lidar com. E Lucretia… bom, Lucretia não parecia inclinada a fazer concessões. Ela não deixaria Rhys, isso Corrado podia ver muito bem. Ele chegou a pensar que o relacionamento daqueles dois não passava de um acordo, porém, evidente que eles realmente eram um casal.

— Muito bem, Alfa Rhys. Ela vai assumir no mesmo dia em que celebrarmos o casamento de vocês.

Rhys saiu dali com sensação de dever cumprido, porém, alguma coisa lá no fundo apitava, como um alerta. Ele não achava que Corrado se atreveria a quebrar o acordo deles, no entanto… Era difícil dizer o que exatamente era.

Ele sacudiu a cabeça. Talvez fosse apenas os instintos dele, misturados com o trauma de antes. Certo, ele não tinha mais o pai para perder.

Lucretia.

O nome dela parecia estar envolto em luz de Neon, em uma placa super chamativa, piscando dentro da mente dele. Deidra era alguém que o preocupava. Ela não tinha grandes poderes, era na verdade uma loba bem fraca. Contudo, ela era maliciosa o suficiente. E o que lhe faltava de poder físico, ela tinha em persuasão. Deidra era uma manipuladora e Rhys já tinha percebido que inclusive muitos soldados estavam comendo na mão dela.

Lucretia havia contado sobre o, agora, Delta do bando. Esse era outro que, na opinião de Rhys, deveria ter sido eliminado. Alguém com o poder que ele já exerceu, um Delta, líder do exército, uma vez que se desvirtuava, era um problema. Dos grandes. Ainda mais quando ele estava pendendo para o lado justamente da que, no julgamento de Rhys era, a maior inimiga de Lucretia.

Falando nesta, ela estava perto do carro dele, esperando-o. Ela vestia roupas de academia, e, mesmo com a blusa comprida e solta, Rhys ainda não gostava. A cada dia ele estava mais e mais possessivo. Embry não suportava a ideia dos outros lobos ao redor de Lucretia desejando-a. E vários do time de treinamento estavam!

[“Principalmente aquele lá… o que parecia encantado por ela! Um moleque!”]

Era o mesmo soldado que havia defendido Lucretia da outra vez.

[“Ela é nossa.”]

[“Eu sei, Rhys! Mas porra… você viu como ele tava? Acho que se ele perder um pouquinho de controle, pula em cima dela!”]

Embry queria que algo fosse feito, mas o quê? Diabos, pela maldição, nem a marca dele ficaria permanentemente nela! Se ela continuasse a ficar pelo LongFang, logo perceberiam que o “poder” dele sobre ela não era forte o suficiente para empurrar os outros machos para longe. Seria, em realidade, um chamariz para aqueles que a cobiçavam.

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