Eu estava na porta da clínica, esperando por Cirus e Lucca.
Arson havia sido levado para uma sala, junto aos policiais, para prestar depoimento, devido aoo hospital não ser equipado com escultas e apenas com câmeras, ele precisou esclarecer o que havia acontecido.
Enquanto isso, pedi a Belina que saísse da cidade comas crianças e Trace, para garantir a segurança de Benjamim.
Nãodemorou muito, até que quatro "jaguar" estacionassem na porta do hospital. ogo, alguns homesn de terno saíoram de dentro, acompanhando Cirus, Lucca e Kaleb.
Eu já sabia o porque de tantos hommens importantes e seguranças.
— Ou vovô Schimidth! - Respondi, vendo o homem se aproximar vagarosamente, batendo a ponta de sua bengala no chão.
— Onde ele está? P que aconteceu exatamente!
— Acho melhor entrarmos e conversarmos lá dentro.! - Disse Cirus, apontando paraa entrada do lugar.
Nós fomos até um quarto e então, me coloquei na frente do senhor Schimidth, tentando contar o que sabia.
— Então quetr dizer que, aquela mulherzinha está de volta? Nunca sai nada de bom daquela mulher! - Disso o vovô, que era praticamente o pai de Arson.
— Ele disse mais alguma coisa, Lavine? - PerguntouCirus, tocando meu braço.
— Não, mas ele ficou muito chateado quando escondi dele, você viu! Eu disse para ele virmos até aqui, me sinto culpáda! - Respondi fraca, encarando o chão.
— Você sabia de alguma coisa? - Perguntou o vovô, com um timbre grave. Eu o encarei assustada e balancei a cabeça em negação.
— Como poderia? Eu mesma teria vindo sozinha e acabado com ela. Olha tudo o que ela causou a essa família! - Respondi direta e com os olhos marejados.
Em ques tão de segundos, o Senhor Schimidth se levantou e quando pensei que ele me repreenderia, senti as mãos dele tocar meuus cabelos.
— Então porque está se culpando? Olha, filha, não há nada de bom vindo de Amélia, aquela mulher não merecia a vida. - Disse ele, respirando fundo e caminhando até o vitrô da janela.
— Levem-na para casa. Cuidaremos do reto!
— Vovô, eu não posso deixa-los aqui sozinhos. - Falei preocupada, indo até ele.
O senhor Schimidht se virou para me olhar e respirou fundo.
— E eu não posso te deixar ficar! - Disse ele, olhando para a minha barriga. — Acha que as notícias não chegam até nós? Você precisa cuidar de vocês e Benjamin.
— Lavine, vamos! - Disse Cirus, me fitando.
Eu então, respireii fundo e segurei a mão do mais velho, olhando-o fixamente.
— Vovô, qualquer coisa, me avisa? - Pedi o vendo piscar de forma pesada e assentir.
Saí do lugar com Cirus.
Ele me acompanhava, mas estávamos completamente mudos. Eu não queria falar mais nada, nem ao menos conseguia. Me senti culpada por ter bancado a detetive e acabar vendo Arson se meter em encrenca.
Assim que chegamos perto docarro, senti uma forte dor no meu ventre, irradiando para as costas.
Me escorei nele e tentei disfarçar, mas no mesmo instante, Cirus veio até mim e me segurou.
— Vocêe está bem? - Perguntou ele, preocupado.
— É só uma dor! Já vai passar! - Respondi fraca, tendo a porta aberta para mim.
— Vamos ao médico. Isso não pode continuar assim! - Disse ele, entrando apressado no oujtro lado da porta e arrancando o carro com rapidez.
...
Abri meus olhos, notando estar sozinha no quarto.
Me esforceipara sentar nacama e então, a porta foi aberta, revelando Melanie, se aproximando com uma xícara de café.
— Lavine, posso saber o que você tem na cabeça? - Perguntou ela, com a voz irritada, me olhando friamente.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem de Luxo
Qdo vão liberar os capítulos ???lento demais...