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Abortos Repetidos e Nenhuma Piedade: Os Culpados Vão Pagar romance Capítulo 420

Sérgio.

Grupo Hoglay.

Isabela.

Esses três nomes se misturaram de tal forma que todas as certezas que Cristiano sustentava até então ruíram de uma vez.

E ainda havia o que Taís e Bruna tinham dito: Isabela estava envolvida com um homem do país Y.

Aquilo, na cabeça dele, derrubava de vez a ideia de que o problema fosse entre Isabela e Sérgio.

O que começou a tomar forma foi outra coisa.

— Foi o Sérgio que te apresentou a alguém do Grupo Hoglay, não foi?

Era a suspeita mais direta que ele tinha naquele momento.

Não... Pior.

Já nem era mais suspeita.

Era convicção.

Na cabeça dele, algum nome de peso do Grupo Hoglay tinha se interessado por Isabela.

E, como Sérgio mantinha relações comerciais com o grupo havia anos, era óbvio, pelo menos para ele, que aquela aproximação só podia ter vindo de Sérgio.

Perfeito.

Sérgio realmente era um grande amigo.

De repente, tudo passou a fazer sentido, até a forma impiedosa como o Grupo Hoglay vinha atacando o Grupo Pereira nos últimos dias.

Isabela virou levemente o rosto e lançou um olhar de lado.

— Você tem uma imaginação bem fértil.

Cristiano perdeu o controle.

— Você confia tanto assim no Sérgio? A ponto de engolir qualquer coisa que ele te diga? Ele te entregou, Isabela. E você nem percebeu.

Isabela respondeu sem alterar o tom:

— Ele me entregou? E você?

Cristiano franziu a testa.

— Eu o quê?

Ela sustentou o olhar dele, sem vacilar.

— A família Pereira queria me ver morta.

Cristiano não disse nada.

Querer a morte dela...

Ou entregá-la de vez...

No fim das contas, o que era pior?

Naquele momento, Isabela não tinha a menor intenção de explicar fosse o que fosse.

E também não explicaria.

Afinal... Ele nunca acreditara nela.

Com um puxão seco, ela soltou o pulso da mão dele.

Já ia voltar a subir as escadas quando Bruna apareceu correndo.

— A Taís está ardendo em febre. A gente precisa levar ela pro hospital.

Ela olhou para Cristiano, aflita.

Ao ouvir aquilo, ele voltou os olhos para Isabela quase por instinto.

Mas o rosto dela continuava frio.

Impassível.

Ela seguiu subindo como se não tivesse escutado.

Cristiano travou a mandíbula.

— Acaba com essas restrições. A Taís vai pro hospital.

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