Do outro lado, Inês viu a mensagem enviada por Ibsen, apertou os lábios e não respondeu.
Desta vez, parecia que realmente conseguiria traçar um limite definitivo.
Apagando a mensagem de Ibsen, Inês abriu a conversa com Gustavo.
[Gustavo, tenho um favor para te pedir.]
Mais de dez minutos depois, Gustavo ligou para Lucas.
— O que está acontecendo com você? O diretor não disse que você estava de férias neste período? A Inês acabou de me mandar uma mensagem pedindo para eu falar com o diretor e convencê-lo a te readmitir no hospital. O que você disse para a Inês? Como ela pode achar que o diretor te demitiria?
Considerando o quanto o diretor gostava de Lucas, mesmo que o próprio diretor se demitisse, ele jamais demitiria Lucas.
Lucas ficou um pouco surpreso: — Não esperava que ela te pedisse ajuda.
— Pare de enrolar, o que você disse para a Inês exatamente? Quase deixei escapar a verdade agorinha, sorte que consegui contornar no final.
— Eu só disse a ela que Ibsen doou dezenas de milhões ao hospital com o objetivo de fazer o diretor me demitir.
Gustavo: — ...
Ele sabia muito bem se fazer de vítima.
Inês, contra Lucas, não tinha a menor chance.
— Você mentindo para ela desse jeito, não tem medo de que ela descubra a verdade e pare de falar com você?
Lucas semicerrou os olhos: — Eu disse a verdade. Ibsen realmente doou dinheiro para o hospital.
— ...
— Tudo bem, acabei de falar com ela. Disse que tentaria te ajudar ao máximo. Não vá deixar escapar a verdade. A propósito, quando terminam suas férias?
Enquanto Lucas estava fora, a carga de trabalho de Gustavo havia dobrado. Às vezes, o número de cirurgias agendadas para ele em um dia era o dobro de antes.
Se continuasse assim, ele temia morrer de exaustão precocemente.

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