Quando Helton e Antonela entraram no camarote, Ivan e Hugo já tinham chegado.
Além deles, havia uma jovem sentada junto no camarote.
Por algum motivo, Antonela achou que aquela jovem lhe era familiar, mas não se lembrava exatamente de onde a conhecia.
“Ivan, Hugo, vocês chegaram?” Ivan e Hugo, ao verem Helton e Antonela entrarem, imediatamente colocaram os copos d’água de lado e se levantaram para cumprimentá-los.
A jovem cumprimentou Helton com um aceno. “Helton.”
Helton respondeu de forma fria com um “Hum”, sentando-se na cadeira em frente a Ivan.
“Sr. Lourenço, Sr. Amorim.” Antonela cumprimentou Ivan e Hugo e, em seguida, acenou com a cabeça para a jovem sentada ao lado deles.
A jovem pareceu surpresa e disse: “Ué, é você?”
“Ah... será que já nos vimos em algum lugar?” Antonela perguntou um pouco constrangida.
A jovem sorriu e indagou: “O machucado na sua mão já sarou?”
Com a lembrança trazida pela pergunta, Antonela imediatamente se recordou. “Você é aquela médica do Hospital Municipal daquela vez?”
“Isso mesmo, não é coincidência?” A jovem piscou.
Antonela assentiu. “Realmente, é uma grande coincidência.”
Os três homens então olharam, ao mesmo tempo, para Antonela e para a jovem. “Vocês se conhecem?”
“Ela machucou a mão uma vez, foi no nosso hospital, e eu que fiz o curativo.” A jovem respondeu dando de ombros.
“Mão machucada? Não foi aquela vez no hospital que você esbarrou em mim?” Hugo arqueou a sobrancelha e olhou para Antonela.
“Ah... parece que sim.” Antonela ficou extremamente envergonhada ao se lembrar daquele dia.

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