Ninguém sabia ao certo por quê, mas todos perceberam na risada de Antonela um sofrimento profundo, um desespero…
O coração de Helton deu um salto repentino e ele falou:
“Antonela, você…”
Antes que ele terminasse de falar, Antonela o interrompeu.
“Agradeço tanto o senhor, Sr. Belmonte, por se preocupar tanto com esta funcionária aqui, de verdade, fico muito grata. Pena que sou tão insignificante, não sou digna da pessoa que o senhor escolheu especialmente para mim. Até logo.”
Antonela não esperou a resposta de Helton, apenas pegou sua bolsa e saiu.
“Antonela…” Helton levantou-se, querendo ir atrás dela.
Mas Graciele o chamou:
“Helton, não vá atrás da Antonela, deixe ela ir.”
Helton parou imediatamente e, enquanto hesitava, Antonela já havia desaparecido atrás da porta do reservado. Ele apertou os lábios e voltou-se para Graciele.
Embora não dissesse uma palavra, seu olhar claramente exigia: “É melhor que você me dê uma explicação satisfatória.”
Graciele engoliu em seco e então disse:
“Antonela gosta de alguém, na verdade, ela ama essa pessoa profundamente. E mesmo assim vocês ainda tentaram arranjar um encontro para ela. Se fosse comigo, eu também teria reagido desse jeito.”
Ela amava alguém profundamente? Quem seria? Por que ele não sabia disso? Helton esqueceu-se de ir atrás de Antonela, esqueceu-se até das palavras de Graciele. Justamente por isso, perdeu a oportunidade de descobrir quem era a pessoa amada por Antonela.
“Graciele, você disse que Antonela gosta de alguém? Mas ela mesma já disse que não tem namorado.” Ivan não acreditou muito no que Graciele disse.
“Se tem ou não namorado, eu não sei, mas tenho certeza de que ela ama alguém muito profundamente. Vocês notaram o esmalte no dedo anelar da mão direita dela? Existe uma lenda romântica na França sobre isso…” Graciele narrou a lenda francesa com entusiasmo.
Ivan exclamou:

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