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Após a volta da ex-namorada, a herdeira parou de fingir romance Capítulo 381

No entanto, Percival apareceu.

Ele era sócio do escritório de advocacia, além de um dos proprietários, o que o livrava das amarras de horários fixos de trabalho.

Dessa vez, Percival veio sozinho, sem a companhia de Estella. Em suas mãos, ele carregava um buquê de flores em tons de azul claro, composto por diferentes espécies raras e cuidadosamente combinadas. O arranjo era de uma beleza impressionante.

— Dra. Helena, parabéns por finalmente receber alta. — Percival disse, entregando as flores para Helena.

Helena aceitou o buquê e agradeceu com um leve sorriso:

— Obrigada.

Leonidas, olhando para Helena com evidente preocupação, comentou:

— Você perdeu peso nesses últimos dias.

Fernanda, por sua vez, disse com carinho:

— Helena, hoje à noite vou cozinhar algo especial para você. Que tal jantar em casa?

Helena assentiu, com um pequeno sorriso:

— Tá bom. Obrigada, tia.

— E sua tia ainda preparou um presente para você. — Leonidas disse, sorrindo.

— Por que você contou, Leonidas? — Fernanda fingiu estar brava e lançou um olhar de repreensão para ele. — Agora não tem mais surpresa!

Leonidas deu de ombros, despreocupado, e respondeu, ainda sorrindo:

— Ela não faz ideia do que você preparou, então ainda é uma surpresa!

Helena riu suavemente e disse a Fernanda:

— Não tem problema, tia. Meu pai está certo. Eu não saber o que é já mantém a surpresa.

— Helena, eu também trouxe um presente para você. — Júlia entregou-lhe uma sacola de presente. — Comprei na minha última viagem à Suíça. Quer abrir agora?

Helena reconheceu o logotipo na sacola. Era de uma famosa marca suíça de relógios de luxo.

— Obrigada. — Helena respondeu, sorrindo gentilmente.

Ela retirou a caixa de dentro da sacola e a abriu. Dentro, havia um relógio feminino branco, elegante e sofisticado.

Helena deixou um sorriso suave surgir em seus lábios e comentou:

— É um relógio lindo. Muito obrigada, Júlia.

— Nada de obrigada! — Júlia respondeu, rindo. — Deixa que eu coloco em você.

— Tudo bem.

Júlia colocou o relógio no pulso de Helena e, satisfeita, observou:

— Essa peça combina perfeitamente com você.

Ela hesitou, ficou imóvel por alguns segundos e depois deu alguns passos em direção ao carro. Ao chegar perto, Helena verificou a placa e sua expressão mudou sutilmente.

Era o carro de Gabriel.

Helena se aproximou mais e bateu levemente na janela.

O vidro foi abaixado, revelando o rosto impecavelmente bonito de Gabriel.

— O que você está fazendo aqui? — Helena perguntou com uma voz suave, quase sussurrada.

Gabriel a olhou com uma profundidade que parecia não ter fim e respondeu:

— Hoje você recebeu alta. Vim ver como você está.

Parecia que uma pena havia pousado no coração de Helena, fazendo-a sentir um leve e doce desconforto.

— Já está com a ferida cicatrizada? — Gabriel perguntou, com preocupação evidente. — Está sentindo alguma dor?

Helena balançou a cabeça calmamente:

— Não, estou bem.

O olhar de Gabriel caiu sobre o buquê que ela segurava. Com um tom sutilmente ácido, ele perguntou:

— As flores foram um presente do Percival?

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