"O que ele está dizendo? Esse homem é mesmo cruel!"
— Presidente Mateus, o que exatamente o senhor quer?
Mateus olhou para a pequena mão dela, que estava escondida atrás do corpo.
— Vista-se para mim.
Emilly respirou fundo. Ele viu a lingerie sensual que ela tinha na mão. E agora, ele estava mandando que ela a vestisse para ele.
Furiosa, Emilly atirou a lingerie direto no rosto dele, aquele rosto detestavelmente bonito.
— Não vou fazer isso!
Mateus não desviou. A lingerie escorregou do rosto dele e caiu no tapete. Ele estendeu a mão e segurou o delicado rostinho branco como jade dela.
— Você pode vestir para o Gustavo, mas não pode vestir para mim?
O rostinho dela estava preso na palma da mão dele. Ela foi forçada a levantar os olhos límpidos para encará-lo. Não entendia o que ele estava dizendo.
Ela nunca vestira aquilo para o Gustavo.
Na verdade, nunca usara esse tipo de peça íntima.
Ela nem sabia por que o serviço de quarto havia deixado aquilo ali.
— Presidente Mateus, se o senhor quer tanto ver uma mulher usando lingerie sensual, então vá procurar a Monique!
Ela o mandou ir atrás da Monique.
Mateus curvou os lábios em uma linha de escárnio.
— Monique é pura e casta. Ela nunca usaria uma lingerie dessas. Esse tipo de lingerie é para mulheres como você.
Mulheres como ela?
Que tipo de mulher ela era?
Mateus olhou para o rosto lindamente pálido dela e pressionou o polegar contra os lábios vermelhos, esfregando-os com força. Com um olhar arrogante, ele riu:
— Por que está me olhando assim, Emilly? Antes de se casar comigo, já dormiu com algum homem? Depois de casada, com quem mais dormiu? Com o Gustavo? Com mais alguém?
Os cílios de Emilly tremeram levemente. Então era assim que ele a via.
"Uma mulher assim... era apenas alguém que dormia com quem quisesse?"

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