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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 181

"O que ele está dizendo? Esse homem é mesmo cruel!"

— Presidente Mateus, o que exatamente o senhor quer?

Mateus olhou para a pequena mão dela, que estava escondida atrás do corpo.

— Vista-se para mim.

Emilly respirou fundo. Ele viu a lingerie sensual que ela tinha na mão. E agora, ele estava mandando que ela a vestisse para ele.

Furiosa, Emilly atirou a lingerie direto no rosto dele, aquele rosto detestavelmente bonito.

— Não vou fazer isso!

Mateus não desviou. A lingerie escorregou do rosto dele e caiu no tapete. Ele estendeu a mão e segurou o delicado rostinho branco como jade dela.

— Você pode vestir para o Gustavo, mas não pode vestir para mim?

O rostinho dela estava preso na palma da mão dele. Ela foi forçada a levantar os olhos límpidos para encará-lo. Não entendia o que ele estava dizendo.

Ela nunca vestira aquilo para o Gustavo.

Na verdade, nunca usara esse tipo de peça íntima.

Ela nem sabia por que o serviço de quarto havia deixado aquilo ali.

— Presidente Mateus, se o senhor quer tanto ver uma mulher usando lingerie sensual, então vá procurar a Monique!

Ela o mandou ir atrás da Monique.

Mateus curvou os lábios em uma linha de escárnio.

— Monique é pura e casta. Ela nunca usaria uma lingerie dessas. Esse tipo de lingerie é para mulheres como você.

Mulheres como ela?

Que tipo de mulher ela era?

Mateus olhou para o rosto lindamente pálido dela e pressionou o polegar contra os lábios vermelhos, esfregando-os com força. Com um olhar arrogante, ele riu:

— Por que está me olhando assim, Emilly? Antes de se casar comigo, já dormiu com algum homem? Depois de casada, com quem mais dormiu? Com o Gustavo? Com mais alguém?

Os cílios de Emilly tremeram levemente. Então era assim que ele a via.

"Uma mulher assim... era apenas alguém que dormia com quem quisesse?"

E ela... ela era apenas um instrumento para satisfazer os desejos dele.

Os olhos claros de Emilly ficaram vermelhos, os dedos pálidos se fecharam com força.

— Mateus, só porque você vem atrás de mim, eu sou obrigada a te atender? O que importa com quem eu dormi? O que você precisa saber é que eu nunca vou dormir com você! Está com desejo e não quer procurar a Monique? Então vá atrás de outra mulher. Eu não vou te servir!

Assim que essas palavras foram ditas, o ambiente ficou opressivamente silencioso.

Os olhos afilados de Mateus escureceram com uma sombra ameaçadora, e o peito largamente definido começou a subir e descer rapidamente.

Logo ele a soltou, lançando um olhar de cima a baixo sobre o corpo dela.

— Emilly, você acha que eu te valorizo tanto assim? Você tem feito seus exames de saúde regularmente? Eu até te acho suja! — Disse ele, antes de se virar e sair dali.

"Você tem feito seus exames de saúde regularmente? Eu até te acho suja."

As palavras frias dele ecoaram nos ouvidos dela. Emilly percebeu que ele sempre encontrava uma forma de feri-la, de fazê-la doer.

O relacionamento entre os dois havia atingido o ponto mais frio possível.

O corpo delicado de Emilly escorregou lentamente pela parede até se agachar no chão. Ela não entendia por que ele havia entrado de repente só para humilhá-la daquela forma tão cruel.

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