A festa daquela noite era grandiosa.
Quase todos os sobrenomes de peso daquele círculo marcaram presença.
Sra. Paula franziu levemente a testa.
— Você, hein, garoto... passou tantos anos fora. Pelo que Ícaro me contou, faz só dois meses que voltou ao país, não é?
Ela estreitou os olhos, meio desconfiada, meio divertida.
— E mesmo assim já sabe dessas coisas?
Provavelmente, só ela em toda Aurimare ousava falar assim com Arthur.
Afinal, os Vasconcelos eram a família mais rica da cidade, com raízes fundas e influência espalhada por todos os lados. E Arthur, além de herdeiro, era competente demais. Dizer que ele segurava boa parte da economia de Aurimare nas mãos nem chegava a ser exagero.
Arthur curvou de leve o canto da boca.
— Por acaso, sei tudo o que preciso saber.
Sra. Paula apertou ainda mais a testa, entre a graça e a impaciência.
— Você continua igualzinho. Jovem desse jeito, mas com alma de velho sisudo.
Ao perceber a postura dele, ela resolveu brincar:
— Não me diga que você e a Lari é que formam um casal?
Larissa ficou parada por um segundo.
Que olhar certeiro.
Pior que era verdade.
Os olhos de Arthur ficaram escuros, indecifráveis. Em vez de negar, ele devolveu a pergunta:
— A senhora acha que combinamos, vó Paula?
Sra. Paula levou a pergunta a sério e observou os dois com atenção.
Antes que pudesse responder, uma voz doce demais entrou na conversa.
— Vó Paula...
Melissa se aproximou com passos delicados e entregou seu presente. A voz vinha macia, açucarada.
— Desejo à senhora uma vida longa, cheia de saúde e felicidade.
Sra. Paula assentiu, satisfeita.
— Muito bem, querida. Que menina educada.
Ela olhou o rosto de Melissa com cuidado, mas pareceu não se lembrar de quem era.
Até Beatriz e Ciro se aproximarem.
— Sra. Paula, a senhora não se lembra? É a Melissa. — Beatriz entregou também seu presente e aproveitou para apresentá-la.
Só então Sra. Paula pareceu se dar conta.
— Então é a filha da Mafalda. Que moça bonita. Mãe e filha parecem sair do mesmo molde.
Ela estendeu a mão com carinho.
— Venha cá, minha filha. Deixe a vovó olhar você melhor.
— Claro, vovó.
Melissa se aproximou.
Naquela noite, ela usava marcas dos pés à cabeça e se arrumou como uma pequena princesa. O rosto delicado, a maquiagem impecável, o corpo magro e frágil faziam dela uma figura fácil de provocar ternura.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...