Larissa voltou para junto da cama e pegou a mão de Samuel outra vez. Levou a mão do avô ao rosto e se aninhou contra ela, os olhos já vermelhos.
— Vovô... acorda, por favor. Eu estou com medo...
A voz falhou.
— Eu te imploro. Acorda. O que você quiser que eu aprenda, eu aprendo.
Ela apertou os dedos dele contra o rosto.
— Se você acordar, eu faço tudo o que você mandar, está bem?
As lágrimas começaram a escorrer.
— Vovô, eu errei. Eu não devia ter vivido sempre do meu jeito, sem pensar nas consequências. Não devia ter feito do amor a única coisa importante da minha vida... e muito menos me diminuído tanto por uma coisa que eu chamava de amor.
A culpa, que Larissa vinha tentando manter sob controle havia dias, enfim a engoliu por inteiro.
— Me perdoa, vovô... Foi por minha causa que você ficou assim. A culpa é minha.
Ela segurou a mão de Samuel com força e encostou a testa nela.
O choro veio de uma vez.
Larissa soluçou até perder o fôlego, incapaz de se conter, enquanto a luz branca do quarto caía sobre sua figura curvada ao lado da cama.
Naquele silêncio de hospital, sua tristeza parecia ainda mais funda.
Quando finalmente conseguiu parar de chorar, já estava tarde.
Larissa se recompôs como pôde e desceu.
Ao sair do prédio do hospital, porém, avistou uma figura não muito longe da entrada.
Alto, robusto, parado sob as luzes externas como se esperasse alguém.
Augusto. Ele não se moveu.
Larissa diminuiu o passo por um instante e então foi diretamente até ele.
Seu rosto esfriou.
— Está me seguindo de propósito?
Augusto lançou a ela um olhar divertido.
— Isto aqui é um hospital, Srta. Larissa. Acha mesmo que eu viria até aqui só para seguir você?
Ela claramente não acreditou.
Mas também não estava com disposição para discutir.
— É melhor que não.
Mal terminou a frase, uma figura surgiu correndo de lado.
— Larissa, sua vagabunda!
A voz aguda atravessou a entrada do hospital.
Pamela avançou na direção dela, completamente transtornada.
— O que você disse para o Arthur? Agora ele nem quer me ver!
Os olhos dela estavam cheios de desespero.
— Onde ele está? Para onde foi? Me fala!
A mulher que antes sempre aparecia diante de Larissa com o queixo erguido e uma superioridade quase insolente agora parecia outra pessoa.
A elegância desapareceu. Só restou descontrole.
Pamela tentou avançar sobre ela, mas Larissa percebeu a tempo e recuou, escapando antes que fosse tocada.
Seu olhar esfriou ainda mais.
— O seu Arthur sumiu e você veio perguntar para mim?
Pamela perdeu de vez a razão.
— Foi você! Você fez alguma coisa pelas minhas costas, por isso ele está me evitando!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...