Larissa ficou em silêncio depois de ouvir aquilo.
Gostava dele?
A dor que sentiu na noite anterior... será que significava que já começou a se apaixonar por Arthur?
...
Quando desceu, uma pressão incômoda latejava em sua cabeça. Provavelmente por ter passado quase a noite inteira acordada.
Larissa massageou as têmporas e se acomodou no sofá.
— Maria, tem algum remédio para dor de cabeça?
— Tem, sim. Já levo para a senhora.
Pouco depois, Maria apareceu com o comprimido e um copo de água morna.
Larissa tomou o remédio e logo sentiu o desconforto aliviar um pouco.
— Obrigada.
Ela fechou os olhos e recostou a cabeça no sofá. Com o pescoço levemente inclinado para trás, enfim encontrou uma posição mais confortável.
Então duas mãos pousaram em suas têmporas.
Os dedos começaram a massageá-las com uma pressão precisa, desfazendo aos poucos a tensão que ainda restava.
Larissa deixou escapar um sorriso.
— Obrigada, Maria. Você sempre cuida tão bem de mim.
Nenhuma resposta.
A massagem continuou, lenta, cuidadosa.
Larissa estranhou o silêncio. Maria nunca foi tão reservada.
Foi então que o aroma discreto de cedro alcançou sua respiração.
Seu corpo ficou imóvel. Ela abriu os olhos de repente.
Arthur estava atrás do sofá.
Os traços marcantes pareciam ainda mais frios naquela manhã, e os olhos escuros guardavam uma distância difícil de atravessar. Mesmo assim, seus dedos continuavam sobre a pele dela, tocando-a com uma delicadeza que contradizia por completo a expressão.
O coração de Larissa apertou.
— Você ainda está em casa? Não foi para a empresa?
Ela imaginou que ele já tivesse saído havia horas.
— Já vou.
Arthur respondeu sem emoção, como se cada palavra custasse mais do que devia.
Algo afundou no peito de Larissa.
Pesado. Incômodo.
De repente, ela não soube o que dizer.
Abriu os lábios, mas a frase não veio.
Arthur esperou por alguns segundos. Quando percebeu que ela continuaria calada, a sombra em seus olhos se aprofundou.
— Se não está bem, descanse. Coma alguma coisa e tente dormir.
A voz saiu distante.
Antes que Larissa pudesse responder, ele já se afastava.
Pouco depois, o motor soou no pátio e foi desaparecendo ao longe.
Era a primeira vez que Arthur a tratava com tamanha frieza.
O nariz de Larissa ardeu.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...