A posição entre os dois parecia íntima demais para quem olhasse de fora.
— Larissa, você realmente não perde uma oportunidade. Vai aonde for e sempre acaba se jogando pra cima de algum homem.
A voz debochada de Pamela surgiu à porta, acompanhada de uma satisfação mal disfarçada.
Ela imediatamente virou os olhos para Arthur.
Dessa vez, até a sorte parecia estar do lado dela.
Não importava o que Arthur sentisse por Larissa. Depois de flagrá-la praticamente nos braços de outro homem, era impossível que continuasse olhando para ela da mesma forma.
E, como Pamela esperava, o rosto de Arthur estava sombrio.
Uma frieza cortante parecia emanar de todo o seu corpo, enquanto seus olhos permaneciam fixos em Larissa, ainda encostada em Augusto.
Larissa se virou e sentiu o coração dar um salto.
Por que eles estavam ali?
Ao notar a expressão de Arthur, percebeu imediatamente o mal-entendido.
— Não é nada do que você está pensando. Meu cabelo prendeu na pulseira dele.
Pamela riu com desprezo.
— É sério que essa foi a melhor desculpa que conseguiu inventar? Larissa, você realmente faz jus a essa carreira de roteirista de terceira categoria. Nem pra criar uma história mais convincente.
Larissa finalmente recuperou o equilíbrio, mas ainda precisava manter a cabeça ligeiramente inclinada por causa dos fios presos. Levou a mão até a pulseira de Augusto, tentando soltá-los.
Mal se mexeu, porém, e a mecha ficou livre.
Augusto baixou os olhos para ela, com aquela indolência irritante de sempre.
— Que pena. Parece que já não precisa da minha ajuda.
O tom carregava uma provocação sutil.
Larissa entendeu na hora.
Ele fez de propósito.
Os dois irmãos Duarte realmente sabiam testar a paciência alheia.
— Já que resolveu, vamos embora.
Arthur segurou Larissa pelo pulso e então ergueu os olhos para Augusto.
Os dois homens ficaram frente a frente.
Arthur era alto e esguio. Augusto, mais largo nos ombros e de físico ainda mais robusto. A diferença, porém, desaparecia diante da pressão que ambos carregavam.
Um frio contido de um lado.
Uma ameaça quase selvagem do outro.
Nenhum parecia disposto a ceder um centímetro.
Larissa ficou ao lado deles em silêncio, percebendo com clareza a hostilidade que corria por baixo daquela troca de olhares.
Arthur foi o primeiro a falar.
— Você realmente não muda, Sr. Augusto.
Seu olhar permaneceu gelado.
— Continua querendo disputar tudo.
Sem esperar resposta, puxou Larissa pela mão e a levou dali.
— Arthur!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Ponha mais capítulos 🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲...
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...