— Larissa!
Ciro já estava rouco de tanto chamar. Ergueu o braço para bater outra vez, com ainda mais força, quando a porta finalmente se abriu.
Mas, ao ver quem apareceu, seu rosto mudou de cor na mesma hora.
— Arthur?!
Demorou alguns segundos para recuperar a voz.
— Por que você está aqui? Onde está Larissa?
Ciro tentou enxergar por cima do ombro dele.
A sala da suíte parecia vazia.
No chão, porém, um par de saltos estava largado de qualquer jeito, um longe do outro.
A cena dizia coisa demais sem precisar dizer nada.
Arthur apenas alisou as marcas no próprio terno. O rosto bonito permaneceu impassível quando ele ergueu os olhos para Ciro.
— Precisa de alguma coisa com ela?
A voz era baixa, mas o olhar cortava.
E, pela maneira como Arthur ocupava aquela porta, a pergunta soava menos como cortesia e mais como um aviso vindo do homem de Larissa:
Quem é você para vir procurá-la?
A lembrança do que Ciro viu nos portões dos Duarte voltou com força.
A inquietação se transformou em alerta.
— Desde quando você vem para Maridiana assim, do nada? E ainda fica no quarto da Larissa?
Arthur lhe lançou um olhar frio.
— Você está com tempo demais sobrando?
A superioridade tranquila naquele tom irritava Ciro mais do que qualquer provocação aberta.
Mesmo assim, ele não ousava enfrentá-lo de frente.
Engoliu a raiva e cerrou os dentes.
— Você sabe melhor do que ninguém por que eu estou com tanto tempo livre.
A mágoa acumulada finalmente escapou.
— Tirou de mim a presidência da subsidiária e preferiu entregar o cargo a uma pessoa de fora. Você me afastou de tudo.
Só de lembrar, a raiva voltava a subir.
Quem recebeu a empresa mesmo?
Uma mulher.
Vânia... alguma coisa.
Quando o comunicado oficial saiu, Ciro quase perdeu a cabeça.
Mas precisou engolir.
A mãe já deixou claro que o plano anterior fracassou. Se quisesse recuperar espaço, não podia comprar uma guerra direta com Arthur.
Restava outra saída.
Larissa.
Se conseguisse trazê-la de volta e, com ela, ganhar o apoio financeiro dos Moretti, não precisaria mais viver à mercê do irmão.
Arthur não demonstrou a menor compaixão.
— Você colheu o que plantou.
E já levou a mão à porta para fechá-la.
A pressão que emanava dele fez Ciro hesitar apesar de toda a revolta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Ponha mais capítulos 🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲🥲...
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...