Até o destino parecia estar do lado dela.
Depois que saiu da empresa de tecnologia naquela tarde, Larissa praticamente dormiu até o dia seguinte.
A noite inteira foi tomada por pesadelos.
Quando acordou, já passava das dez da manhã. A cabeça latejava, o corpo parecia pesado, e ela mal tentou se sentar quando Arthur entrou no quarto.
— Acordou?
Assim que a viu erguida na cama, ele atravessou o quarto e se aproximou, o olhar imediatamente mais suave.
— Você ficou com febre ontem à noite. Hoje não vai fazer nada além de descansar.
Então era febre.
Larissa não tentou bancar a forte. Apenas assentiu, obediente. Quando abriu a boca, a própria rouquidão a surpreendeu.
— Meu celular...
Arthur pegou o aparelho no criado-mudo e o entregou a ela.
— Já avisei o diretor Fernandes que você não está bem. Pode descansar tranquila, seu trabalho não vai atrasar por causa disso.
Era justamente o que preocupava Larissa.
Ela relaxou um pouco.
— Obrigada.
Arthur curvou os lábios.
— Tanta cerimônia comigo, Sra. Vasconcelos? Não gosto disso.
O tom era de provocação, mas a lembrança da noite anterior ainda pesava em seu peito.
Larissa começou a arder em febre no meio da noite.
Presa em algum pesadelo, chamava pela mãe entre lágrimas, uma vez após outra.
Chorava como uma criança.
O travesseiro ficou molhado, o pijama se encharcou de suor, e sua voz se desgastou de tanto chamar:
— Mãe... Mãe...
Arthur ainda sentia um aperto só de se lembrar.
Larissa continuava exausta. A cabeça doía, o corpo parecia não responder direito.
Comeu um pouco, tomou o remédio e voltou a dormir.
Acordou duas vezes ao longo do dia, mas era como se toda a energia de seu corpo se esgotasse. Mal conseguia comer e já voltava a adormecer.
Arthur permaneceu ao lado da cama o tempo inteiro.
Não se afastou por muito tempo nem uma vez, receoso de que outro pesadelo a arrastasse de volta àquelas lembranças.
Sem perceber, a noite caiu novamente.
O celular de Arthur vibrou.
Ele olhou para Larissa adormecida antes de sair do quarto e seguir até a janela panorâmica da sala.
Só então atendeu.
— Fala.
A voz aflita de Pedro veio do outro lado.


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
Capitulo 178, ja li essa historia em outro livro. Triste que copiem tanto. Desisti...
Meninas em qual capítulo vcs estão??...
Um capítulo por dia, e olhe lá, tá dando vontade de desistir 😭...
SÓ UM CAPITULO POR DIA.... MEU DEUS...
Esse livro esta muito bom....
Quando será lançado novos capítulos...
Quando vai sair novos capítulos? 379 em diante pelo amor de Deus 😭😭😭😭...
Qual o prazo para o lançamento dos próximos capítulos???...
Oiii o capitulo 04 não abre. Estou amando o livro, Arthur é um fofo, to aqui sonhando que não será um livro cheio de gaslighting, por favorzinho!...