Pedro olhou para a alegria quase juvenil estampada no rosto dele e assentiu, entrando no jogo.
— Claro, Sr. Arthur.
O sorriso no canto dos lábios de Arthur se aprofundou.
Pedro, porém, não conseguiu evitar o pensamento.
Era mesmo aquele o homem que conhecia?
No mundo dos negócios, Arthur tinha fama de ser implacável, alguém que bastava mencionar para muita gente já medir as próprias palavras.
Diante da esposa, porém, parecia outro homem... Paciente, atencioso, completamente devotado.
As portas do elevador se abriram.
Uma secretária já esperava do lado de fora, com a expressão um pouco tensa.
— Sr. Arthur, a Srta. Pamela chegou cedo. Está esperando na sala de visitas.
O bom humor desapareceu do rosto dele quase na mesma hora.
— O que ela veio fazer aqui a essa hora?
A secretária não ousou responder e lançou um olhar discreto para Pedro.
Arthur nem diminuiu o passo.
— Não precisa atender. Avise que a reunião vai começar.
Seguiu direto para o gabinete da presidência.
Pedro não demonstrou surpresa.
— Sim, Sr. Arthur.
...
Depois de publicar as fotos, Larissa voltou toda a atenção para os discos de monitoramento.
Já se passaram dez anos.
Embora cada disco trouxesse uma data aproximada, os arquivos não estavam organizados com precisão suficiente para localizar rapidamente o trecho que procurava.
Eram seis ou sete discos ao todo.
Ela precisaria passar por cada um.
Para não desperdiçar horas assistindo gravação por gravação, Larissa abriu o computador e escreveu rapidamente um pequeno código capaz de identificar os horários e filtrar os registros pelo intervalo desejado.
O trabalho avançou muito mais depressa.
Mesmo assim, os seis primeiros discos não trouxeram nada.
Larissa franziu as sobrancelhas.
— Como pode não ter nada?
Uma inquietação começou a crescer.
Restava apenas o último.
Ela o pegou com cuidado, depositando toda a expectativa naquela única chance, e começou a carregar os arquivos.
Nesse momento, o celular tocou.
Era Marco.
— Lari, sua tia Mafalda está dizendo que faz anos que não vê você e que está morrendo de saudade. Quer saber se você pode vir jantar aqui hoje.
A voz dele saiu apressada, com um entusiasmo tão insistente que parecia disposto a ir buscá-la pessoalmente caso ela recusasse.
Larissa nem conseguiu responder.
Do outro lado, Mafalda já tomou o celular das mãos do marido.
— Lari, sou eu. Eu realmente estou com saudade. Faz tantos anos que a gente não se encontra... Seu tio já quis chamar você várias vezes, mas sempre fica sem jeito.
A voz dela ganhou um carinho ainda mais evidente.
— Faz esse agrado pra sua tia hoje. Vem jantar com a gente?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...