— Se você ainda tem coragem de continuar vivendo, por que os outros não teriam?
Larissa contornou a entrada e apareceu na copa.
Atrás dela vinham o chefe da segurança e o jovem segurança que lhe entregou os discos naquele dia.
Ao reconhecer a voz, Lia ergueu a cabeça.
No instante em que viu Larissa, paralisou.
A xícara de café escapou de sua mão e bateu sobre a mesa com um ruído seco.
— O que você está fazendo aqui?
Ela se levantou depressa, mas a voz saiu trêmula demais para combinar com a expressão que tentava sustentar.
Larissa curvou os lábios num sorriso frio.
— Ficou tão nervosa só de me ver... Fez alguma coisa que não devia?
Lia desviou os olhos.
— Para de inventar besteira.
Virou o corpo e tentou sair.
Quando passou por Larissa, porém, sentiu o braço ser segurado e foi puxada de volta.
A colega ao lado não fazia ideia de quem Larissa era. Ao ver a cena, imediatamente tentou defender Lia.
— Ei, qual é o seu problema? Por que está segurando ela desse jeito?
O movimento chamou atenção do lado de fora.
Um após outro, os funcionários começaram a se levantar de suas mesas e olhar na direção da copa.
Larissa lançou um olhar breve para a mulher.
— Isso não tem nada a ver com você. Pode sair.
A colega olhou para Larissa, depois para os seguranças atrás dela, cada vez mais desconfiada.
— O que você pretende fazer? Vai bater nela?
Lia já sentia que a situação fugia do controle.
— Eu não tenho nada para falar com você. Sai da frente.
Tentou passar outra vez.
Dessa vez, Larissa simplesmente se colocou diante dela.
Estendeu a mão.
— Me devolva o que pegou.
Seus olhos estavam claros, frios, sem qualquer traço de hesitação.
Não precisava levantar a voz.
A calma de Larissa, naquele momento, era muito mais intimidante.
Lia sentiu o medo subir, mas ainda se obrigou a manter a postura.
A colega, claramente próxima dela, voltou a interferir:
— Quem é você, afinal? E vocês, da segurança, por que trouxeram uma pessoa dessas aqui para arrumar confusão?
Ela apontou para a porta.
— Tirem ela daqui. Isso aqui é local de trabalho!
Larissa nem se deu ao trabalho de responder.
Seu olhar permaneceu em Lia.
— Você escolhe.
A voz saiu serena.
— Me entrega os discos agora ou explica tudo na delegacia.
O chefe da segurança deu um passo à frente, com a expressão fechada.
— As câmeras registraram você tirando dois discos da sala de monitoramento.
Seu tom não deixou margem para discussão.
— É melhor colaborar e devolver o material. Caso contrário, vamos chamar a polícia.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...