O coração de Larissa disparou ainda mais.
Quando viu Arthur abaixar a cabeça para beijá-la, ela prendeu a respiração sem perceber e agarrou o tecido da camisa dele com força, os dedos fechando-se sobre o peito firme.
Aquele rosto impecável se aproximou até ocupar tudo. Larissa ficou olhando, imóvel, como se até o próprio coração estivesse prestes a parar.
— Fecha os olhos. — A voz de Arthur saiu baixa, rouca, e o calor da respiração dele roçou a pele dela como provocação.
Desta vez, Larissa obedeceu. Fechou os olhos.
Só que, poucos segundos depois, a sensação de falta de ar veio de novo. O peito apertou. O ar parecia não entrar.
Arthur soltou um sorriso curto, quente, quase indulgente.
— Boba, respira. Troca o ar.
O rosto de Larissa ficou vermelho num instante. Ela puxou o ar às pressas, uma, duas vezes.
Então era isso.
Ela não estava sufocando por causa do beijo, estava esquecendo de respirar.
— Continua... — Murmurou Arthur, a boca voltando à dela.
Ele a beijou outra vez.
As mãos deslizaram das costas para baixo, e o corpo leve dela foi erguido com facilidade. Arthur a levou escada acima sem interromper o beijo.
Com medo de cair, Larissa se agarrou ao pescoço dele, os braços finos apertando-se ao redor dele.
Só que Arthur parecia incapaz de soltá-la.
Como se, uma vez que a tocou, já não quisesse parar.
Larissa tentou acompanhá-lo, imitando, aprendendo no meio do próprio descontrole. Arthur conduziu o ritmo.
A inexperiência dela foi perdendo a rigidez. O corpo foi cedendo. O fôlego dos dois começou a se misturar.
Quando Larissa se deu conta, Arthur já a colocava sobre a cama macia do quarto.
A luz suave caía sobre ele e recortava sombras no rosto bonito demais, acentuando ainda mais o que havia nele de másculo, de perigoso, de impossível de ignorar.
Como ele era bonito...
O olhar de Larissa ficou preso nele. O coração continuava descompassado, e a mente só repetia, em ondas quentes, tudo o que acabou de acontecer entre os dois.
— Arthur... — A voz saiu macia demais, quase líquida. Tão doce que nem parecia dela.
Arthur permaneceu ao lado da cama, o corpo inclinado sobre ela. Os olhos ardiam, fixos no rosto tingido de vermelho.
Então o olhar dele subiu.
Encontrou o dela.
E ficou ali.
Por um instante, o ar do quarto pareceu mudar de peso. Mais quente. Mais lento.
A tensão entre os dois cresceu em silêncio, densa, íntima, quase palpável.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...