Assim que a ligação terminou, Larissa já se preparava para sair quando uma ideia atravessou sua mente.
Seus passos diminuíram.
Ela se virou devagar e fitou Pamela, que ainda exibia no rosto uma satisfação difícil de disfarçar.
A coincidência era incômoda demais.
O sorriso de Pamela se aprofundou ao perceber a tensão em seu rosto.
— O que foi? Aconteceu alguma coisa com uma amiga sua?
Havia prazer demais naquela pergunta.
Larissa sentiu um frio percorrer suas costas.
Ainda não sabia se o acidente de Alisa realmente foi um acidente. Muito menos se Pamela tinha alguma ligação com aquilo.
Mas, diante daquele olhar, uma coisa ficou clara: se existisse qualquer prova...
Larissa se aproximou um passo.
— Se você encostar em alguém que eu amo...
Sua voz não subiu. Ficou ainda mais baixa, mais perigosa.
— Eu faço você pagar mil vezes por isso.
Não esperou resposta.
Virou-se e saiu depressa, os passos firmes desaparecendo pelo corredor.
O sorriso no rosto de Pamela se apagou aos poucos.
A sombra que ficou em seus olhos era bem menos bonita.
Então ela se virou.
E congelou.
Arthur estava parado à entrada do restaurante.
Ninguém sabia havia quanto tempo.
Por um instante, Pamela perdeu a expressão.
Mas se recompôs rápido e caminhou até ele como se nada tivesse acontecido.
— Arthur...
— O que você disse para ela?
A voz dele veio fria.
Não havia impaciência apenas.
Havia algo pior: uma distância cada vez mais evidente.
Pamela percebeu.
E justamente por temer que Arthur acabasse cortando qualquer contato de vez, tratou de se explicar.
— Nada. Eu não fiz nada para irritar ela...
Hesitou antes de acrescentar:
— Parece que aconteceu alguma coisa com alguém próximo. Ela recebeu uma ligação e saiu correndo para o hospital.
Hospital.
Os olhos de Arthur se iluminaram por um instante.
Samuel?
A possibilidade bastou.
Ele desceu os degraus em passos largos e foi embora sem dirigir a Pamela nem mais um olhar.
— Arthur...
Sua voz ficou para trás.
Pamela apenas conseguiu assistir enquanto ele entrava no carro e partia na mesma direção que Larissa.
A raiva quase a sufocou.
Ela conhecia o gerente daquele hotel.
Assim que soube que Arthur estava ali, correu para encontrá-lo.
E, no fim, viu a mesma cena de sempre.
Arthur ainda não desistiu de Larissa. Ainda corria atrás dela. Ainda prestava atenção em cada detalhe que a envolvia, como se Pamela simplesmente não existisse.
Seu celular tocou naquele momento.
Era Augusto.
Pamela atendeu já sem paciência.
— Eu já falei que não vou voltar para Belmonte...
Nem conseguiu terminar.
A voz de Augusto atravessou a ligação com um frio que fez sua expressão mudar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...