— Larissa, onde você está?
Arthur estava no banco traseiro quando percebeu, pela primeira frase, que havia algo errado. O olhar se aguçou de imediato.
Do outro lado, a respiração de Larissa vinha curta e fraca.
— Perto do hospital... Eu estou no carro...
— Certo. Fica comigo. Eu já estou indo.
A voz de Arthur se contraiu, mas ele não deixou o medo chegar até ela. Fez um gesto brusco para Pedro seguir na direção do hospital e manteve a ligação aberta o tempo todo.
— Continua falando comigo, Larissa. Eu estou perto.
Ela ainda respondia no começo, entre uma tentativa e outra de puxar ar. Depois, os sons começaram a ficar cada vez mais baixos.
Arthur apertou o celular contra o ouvido.
A expressão já não guardava nada da frieza que costumava intimidar uma sala inteira. Um medo surdo crescia dentro dele a cada segundo de silêncio.
Por sorte, estavam a poucos minutos dali.
Mesmo assim, parecia longe demais.
— Mais rápido.
Pedro pisou no acelerador.
— Já estamos chegando, Sr. Arthur.
Arthur mal ouviu.
— Larissa, não fecha os olhos. Eu estou quase aí.
Do outro lado veio uma resposta frágil, embargada pelo choro:
— Tá... vem rápido...
Aquilo o atingiu em cheio.
Arthur cerrou os dentes, tentando conter o pânico. Não sabia o que aconteceu, não sabia se ela estava ferida, nem por que mal conseguia respirar. Só sabia que nunca ouviu Larissa daquele jeito.
— Pedro, mais rápido!
A urgência em sua voz beirava a fúria.
Era difícil associar aquele homem ao Arthur que, diante de sócios e adversários, raramente deixava qualquer emoção escapar. Agora, o medo estava exposto no rosto, impossível de esconder.
O carro finalmente parou.
Arthur abriu a porta antes mesmo que Pedro desligasse o motor e correu até o veículo de Larissa.
A janela do motorista estava abaixada pela metade.
Ele olhou para dentro e sentiu o sangue gelar.
Larissa estava recostada no banco, o rosto quase sem cor. Tentava respirar pela boca, mas cada inspiração vinha curta, insuficiente. Pequenas gotas de suor cobriam sua testa, os cabelos grudavam na pele molhada pelas lágrimas, e uma das mãos apertava o tecido sobre o peito como se tentasse arrancar dali o peso que a sufocava.
— Larissa!
Arthur abriu a porta num impulso.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...