Para não alertar ninguém antes de chegar à verdade sobre a morte do pai, Larissa conteve o impulso à força.
Não podia estragar tudo agora.
— Srta. Larissa, ela tá indo embora.
A voz baixa de Leandro a trouxe de volta. Só então ele percebeu como o rosto dela empalideceu.
Larissa ouviu o som dos saltos se afastar pelo corredor e cerrou os dentes.
No segundo seguinte, abriu a porta e foi atrás.
A mulher de terno branco já alcançava o fim do corredor. Virou à esquerda, na direção dos elevadores.
Larissa acelerou o passo quase por reflexo.
Mas, assim que dobrou o corredor, uma figura de roupa escura surgiu pela esquerda e entrou em seu caminho.
Ela quase esbarrou nele.
Parou a tempo.
Antes mesmo de erguer o rosto, um aroma frio e familiar de cedro alcançou seus sentidos.
Então veio a voz de uma mulher, firme e controlada:
— Melissa pode ter feito o que fez, mas foi sua irmã durante anos. Pelo menos por consideração à família, você devia ajudá-la.
Larissa ficou imóvel.
— Eu sei muito bem que você não me tem em grande conta como mãe — Continuou a mulher. — Mas, Arthur, goste ou não, eu sou sua mãe. Isso não muda.
Larissa levantou os olhos.
E encontrou diretamente o olhar profundo de Arthur.
Por um instante, esqueceu até de respirar.
Arthur?
O que ele estava fazendo ali?
Ele também franziu levemente a testa ao vê-la.
Aquele rosto de linhas precisas, cuja presença já bastava para dominar qualquer ambiente, permaneceu voltado para Larissa por alguns segundos. Só depois Arthur desviou os olhos para a mulher ao lado.
Um sorriso sem humor tocou seus lábios.
— Durante muito tempo, eu achei que a senhora fosse assim com todo mundo. Rígida, sem fazer distinção.
A voz dele saiu calma, mas fria.
— Agora vejo que esse rigor era reservado só pra mim.
Beatriz respondeu sem o menor constrangimento:
— Você é o filho mais velho dos Vasconcelos. Seu pai, seu avô e eu sempre depositamos grandes expectativas em você. É óbvio que fomos mais severos.
Arthur a encarou, impassível.
— Quase acreditei nessa desculpa.
A ironia foi curta e cortante.
Não havia qualquer traço de cordialidade em seu rosto.
— Já que a senhora se preocupa tanto com Melissa e com seu filho precioso, devia estar ocupada procurando um jeito de resolver os problemas deles.
Seus olhos ficaram ainda mais frios.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...