Larissa não conseguia saber se Arthur escapou a tempo.
A carroceria caída sobre o canteiro escondia tudo, e o pânico tomou conta dela de uma vez.
— Arthur!
Nenhuma resposta.
— Arthur!
Dessa vez, a voz saiu trêmula.
Larissa procurou por ele ao redor do carro, cada segundo deixando a espera mais insuportável. Não aguentou mais. Já descia o primeiro degrau para correr até lá quando ouviu, enfim:
— Estou aqui.
A voz veio baixa, um pouco rouca.
Logo depois, Arthur surgiu pelo lado da frente do carro.
O terno escuro estava em desordem. Ele avançou com passos largos até parar sob o poste danificado e levantou os olhos para Larissa.
— Larissa, não fica com medo. Eu estou aqui.
A lâmpada acima dele piscava sem parar, revelando cada marca daquele caos.
Uma das pontas da camisa branca escapou da calça e pendia sobre a cintura. A gravata estava torta, alguns riscos de sangue cortavam de leve seu rosto, e até os cabelos, sempre impecáveis, perderam completamente a forma.
Ainda assim, Larissa nunca o achou tão atraente.
Vivo.
O alívio veio com tanta força que seus olhos se encheram no mesmo instante.
Larissa desceu os degraus correndo.
Arthur também foi ao encontro dela.
Assim que chegou perto, Larissa se lançou em seus braços.
As lágrimas caíram sem qualquer aviso.
Arthur a envolveu imediatamente. Um brilho de alívio atravessou seus olhos, mas, ao ouvir o choro dela tão perto, a preocupação voltou a tomar seu rosto.
— Já passou. Eu estou bem.
Sua mão percorreu os cabelos dela com cuidado.
— Calma... não chora. Eu estou aqui.
Larissa chorou por mais alguns instantes antes de se obrigar a parar.
A tensão que a sufocava finalmente cedeu.
Pouco depois, ela se afastou e ergueu o rosto, examinando cada arranhão na pele dele.
Estava bem.
Arthur estava bem.
Só então Larissa percebeu o tamanho do medo que sentiu segundos antes.
Quando o carro avançou sobre ele e Arthur desapareceu de sua vista, um único pensamento dominou sua cabeça:
Ele não podia morrer.
De jeito nenhum.
Agora, diante dele, Larissa sentia um alívio quase vertiginoso.
Mas, junto dele, veio também uma raiva atrasada, quente, difícil de conter.
— Você tem noção de que aquele carro quase te acertou? Você podia ter morrido! Por que não saiu dali?
Larissa mal parava para respirar.
— Aquilo foi uma loucura, Arthur. Você simplesmente não pensa na própria vida? Era perigoso demais!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: Casei com o Irmão do Meu Ex
AI MEU DEUS .... MTO ENROLADO LANÇAM 4 CAOITULOS POR DIA E POUCA COISA ... TA FICANDO CHATO! A GENTE GOSTA DE TER SEQUENCIA! TENHAM DDÓ...
A estória precisa ter um fim, quero ver o final.....já gastei horrores e não chegou ao final....
As atualizações poderia ser mais rápida...
Uma porcaria,a autora não consegue terminar o livro, então vou desinstalar e procurar um livro que tenha começo meio e fim,esse já deu, não recomendo pra ninguém...
Concordo, a história está se estendendo demais, ou a forma como está sendo escrita a história não está prendendo mais a atenção. O clímax da história é sobre Arthur e Larissa contra todos, mas o autor resolveu separar os dois. Pessima escolha...
Boa noite! Não estou conseguindo comprar moedas mais alguém com esse problema? Alguma sugestão???...
Gente essa Larissa é muito burra mulher imbecil,...
Gosto da história mas já tá ficando cansativa... Poderia adiantar mais esse desenrolar......
e as atualizações minha gente? cade?...
O que aconteceu que não tem atualizações?...