Assim que foi libertado sob fiança, Saulo Ferreira viu Gustavo Ferreira e Melina Barbosa.
Ele presumiu que Gustavo Ferreira e Melina Barbosa tinham vindo visitá-lo e disse:
— Gustavo, estou bem, foi apenas um mal-entendido. Não esperava que vos incomodasse.
Gustavo Ferreira disse:
— Um mal-entendido? A polícia já falou contigo?
— Sim, já prestei depoimento — disse Saulo Ferreira.
Gustavo Ferreira disse:
— Então, até agora, ainda te recusas a admitir o que fizeste?
Os olhos de Saulo Ferreira piscaram levemente; ele finalmente percebeu que Gustavo Ferreira não estava ali para o ajudar.
Saulo Ferreira disse:
— E o que querias que eu fizesse? Porque é que haveria de admitir algo que não fiz?
Gustavo Ferreira disse:
— Muito bem. Já que não admites, quando tivermos provas, não adiantará ires suplicar ao avô.
Saulo Ferreira irritou-se, semicerrando os olhos e olhando para Gustavo Ferreira com desagrado.
— Gustavo, sou teu primo! Mesmo não sendo irmãos de sangue, crescemos juntos. Como podes armar uma cilada ao teu próprio primo? Ficas feliz por me ver em apuros?
Gustavo Ferreira disse:
— Se não fizeste nada, porque é que estás tão nervoso?
Saulo Ferreira disse:
— Ótimo, quero só ver o que é que me podem fazer!
Melina Barbosa olhou para Saulo Ferreira e sentiu que, se fosse apenas por ter contratado alguém para fazer a prova, ele não deveria estar tão zangado.
Ela sentiu que a situação não era assim tão simples.
A discussão entre Saulo Ferreira e Gustavo Ferreira foi bastante desagradável. Ele proferiu uma ameaça e saiu, furioso.
Assim que chegou à esquina, viu um carro familiar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: O Segredo do Presidente