No entanto, Leona já havia voltado para seu quarto.
Ao se lembrar de suas ações de alguns momentos atrás, ela se sentiu envergonhada.
Ela era sempre tão séria e correta, então como ela poderia ter feito algo assim?
Era tudo culpa de Nanto, com sua aparência irresistível, que a tornava incapaz de controlar seus impulsos!
Leona se queixou mentalmente de como seu próprio marido era sedutor, mas, infelizmente, ele estava fora de seu alcance.
Mesmo que ela tomasse coragem e tentasse se aproximar dele, ele não reagiria.
Afinal, ele gostava de homens.
"Toc toc."
O som de batidas na porta foi ouvido.
Na casa, só moravam os dois. Quem mais poderia bater à porta do quarto dela, se não fosse o Nanto?
Leona se aproximou e abriu a porta.
"Sr. Barreto."
"Leona."
Ambos falaram ao mesmo tempo e pararam simultaneamente.
"Sr. Barreto, pode falar."
Como ele veio bater à sua porta, provavelmente havia algo a ser resolvido.
Então Leona permitiu que ele falasse primeiro.
"Poderia sair por um momento? Precisamos conversar."
Nanto falou gentilmente e, sem esperar por uma resposta de Leona, virou-se e se dirigiu ao sofá da sala de estar.
Leona o seguiu, percebendo que ele estava segurando um pedaço de papel, uma caneta e um carimbo.
Logo os dois estavam sentados no sofá.
"Sr. Barreto, sobre agora há pouco... me desculpe. Foi mais forte do que eu. O corpo do senhor parece o de um modelo - eu só queria tocar no seu peitoral, não tive nenhuma outra intenção."
Nanto: "..."
Suas orelhas ficaram ligeiramente vermelhas.


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