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Casamento Acidental, A Escolha Certa romance Capítulo 95

Leona se levantou e foi para seu quarto.

Nanto observou quando ela entrou no cômodo e a porta se fechou.

Ele olhou novamente para o contrato que ela havia assinado e murmurou para si mesmo: "Eu só não gosto de mulheres que são excessivamente proativas."

Leona pensou: ...No futuro, mesmo que você implore, eu não serei proativa.

A noite passou sem nenhuma outra palavra.

No dia seguinte, quando Leona acordou, a primeira coisa que fez foi sair para a grande varanda, querendo se arrumar o estrago.

Mas descobriu que a varanda estava quase completamente organizada.

A tempestade da noite anterior havia derrubado vários de seus vasos de flores.

Nanto trocou o vaso de planta dela - o que ela usava antes era de plástico, e ele substituiu por vasos de cerâmica, que eram mais pesados.

O suporte de plantas estava de volta no lugar e algumas cordas amarravam o suporte à grade de proteção, de modo que, mesmo em uma tempestade forte, o suporte de plantas não seria levado pelo vento ou derrubado.

As flores, no entanto, não conseguiram resistir à força da tempestade.

Nanto estava agachado ali, segurando uma tesoura, aparando os galhos quebrados.

Quando ouviu passos, ele virou a cabeça para olhar para ela.

"Bom dia."

"Bom dia."

Leona o observou trabalhando e perguntou: "Você costuma cuidar de plantas?"

Ele manuseava a tesoura com habilidade.

"Sim, tenho muitas, mas tenho alguém que cuida delas pra mim. Só quando tenho um tempinho livre é que gosto de mexer nas plantas - mas esses momentos são bem raros."

Ele estava sempre ocupado, sem um minuto de descanso.

"Vou preparar o café da manhã."

Sem ter que arrumar a varanda, Leona decidiu se ocupar.

Quando ela voltou da varanda, foi à cozinha para preparar o café da manhã para os dois.

Ela fez pastéis, misto-quente e esquentou o leite, além de fritar bacon.

Quando os pastéis e misto-quentes ficaram prontos, ela os levou para a mesa de jantar, voltou à cozinha para pegar dois conjuntos de pratos e talheres e, enquanto carregava a leiteira, chamou: "Sr. Barreto, venha lavar suas mãos e tomar um café."

Nanto respondeu prontamente.

Em seguida, ele foi ao banheiro, lavou bem as mãos e, quando se sentou à mesa, Leona serviu-lhe um copo de leite, dizendo: "Gosto que o café da manhã seja simples e leve."

"Mãe."

Leona cumprimentou sua sogra.

Natália passou por Leona com sua mala, sem cumprimentá-la.

Ela não gostava de Leona como nora, pois achava que Leona não era digna de seu filho mais velho.

"Mãe, o que você está fazendo aqui? Você veio sozinha?"

Nanto também ficou surpreso.

Ele colocou os talheres de lado e foi até ela.

"Você pretende ficar aqui em casa?"

O olhar de Nanto passou da mala que sua mãe puxava para o rosto dela: "O papai sabe disso?

Natália abriu o zíper de sua mala: "Conversei com seu pai que queria passar um tempo morando aqui com vocês."

"Vocês estão tomando café da manhã? Que café da manhã? Quem foi que preparou?"

Natália foi até a mesa de jantar e, quando viu os pastéis, o misto-quente, os bacons e o leite, seu semblante escureceu.

"Leona, foi você quem fez o café da manhã? Você deu isso para o meu filho comer?"

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