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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 106

O corredor estava silencioso quando Lila entrou no quarto, o coração ainda estava acelerado pelos acontecimentos no celeiro e pela tensão que explodiu no pátio. Fechou a porta devagar, recostando-se nela por um instante, tentando recuperar o fôlego. O corpo inteiro ardia com o toque de Taylor, e a mente parecia incapaz de pensar em outra coisa.

Ela largou a toalha sobre a cama, pegou um conjunto limpo de roupas e seguiu para o banheiro. Ao acender a luz, o vapor da água quente logo preencheu o ambiente, e o barulho constante do chuveiro trouxe uma falsa sensação de tranquilidade. Lila tirou a camisa, o short e a lingerie, deixando as peças caírem no chão, antes de entrar no box.

A água escorria pela pele, caindo sobre os ombros, deslizando pelo corpo nu, e o calor do banho misturava-se ao calor que vinha de dentro. Ela apoiou as mãos na parede fria, tentando organizar os pensamentos, mas cada gota que descia só fazia o corpo pulsar com mais intensidade.

Foi então que ouviu a porta do quarto se abrir.

O coração dela disparou na mesma hora. Os passos firmes, reconhecíveis, ecoaram no piso de madeira. Antes que pudesse reagir, o barulho do trinco do banheiro girando fez seus dedos se fecharem sobre o vidro do box.

A respiração de Lila acelerou e seu coração quase saiu do peito, ao ouvir a porta do box deslizar lentamente, deixando o vapor escapar.

— Taylor… — murmurou, num fio de voz trêmulo, sentindo o coração disparar.

Ele não respondeu. Apenas entrou, nu, a pele bronzeada brilhava sob o reflexo da água e os olhos azuis estavam escurecidos pelo desejo. O corpo dele roçava levemente no dela à medida que se aproximava, e o calor que emanava dele fez a pele de Lila se arrepiar dos pés à cabeça.

Taylor encostou o corpo grande contra o dela, prendendo-a suavemente entre o vidro e o peito dele. A mão dele deslizou devagar pela lateral do braço dela, até parar no ombro. Inclinou o rosto e beijou a pele úmida ali, devagar, com uma provocação que fez Lila arfar alto.

— Eu te quero tanto, Lila… — sussurrou, com a voz rouca, grave, vibrando contra a pele sensível do pescoço dela.

Lila fechou os olhos com força, os dedos trêmulos encontrando apoio na parede do box. O corpo dela cedia, completamente entregue, enquanto o calor subia pela espinha como uma chama descontrolada.

Foi então que Taylor deslizou a mão pela lateral do corpo dela, até alcançar o seio exposto, envolvendo-o com um toque firme, cuidadoso, mas cheio de provocação. O polegar roçava devagar no mamilo enrijecido, e o contraste entre a água quente e o toque dele arrancou um gemido baixo dos lábios de Lila.

— Taylor… — gemeu, arfando, tentando conter a voz, mas falhando miseravelmente.

Ele sorriu contra o pescoço dela, satisfeito com o efeito que tinha sobre ela, e aproximou ainda mais o corpo, até que o calor dele se fundisse ao dela. Com um movimento lento, virou o corpo de Lila para si, segurando-a pela cintura, e capturou os lábios dela num beijo profundo e ardente.

Era um beijo faminto, carregado de tudo o que tinham contido até ali: desejo, provocação, entrega. As línguas se encontraram, e o som abafado das respirações pesadas se misturava ao da água batendo no chão.

Taylor quebrou o beijo por um segundo, os lábios úmidos roçando os dela, a respiração descompassada:

— Você não tem ideia do quanto eu esperei por isso… — sussurrou, com o olhar intenso cravado no dela.

Sem dar tempo para resposta, ele passou as mãos pelas coxas molhadas de Lila e, com um movimento firme, ergueu o corpo dela com facilidade. Lila envolveu os braços ao redor do pescoço dele e, instintivamente, as pernas ao redor da cintura, aproximando ainda mais os dois.

Foi quando ela sentiu.

O toque firme do membro dele, pressionando contra a intimidade dela, separada apenas pelo atrito da pele molhada. Um choque percorreu cada fibra do corpo de Lila, e um gemido mais alto escapou de seus lábios.

Taylor apoiou as costas dela contra o vidro embaçado, o corpo grande colado ao dela, o peito subindo e descendo rápido. Os olhos azuis queimavam, o maxilar estava tensos e a respiração pesada.

Taylor percebeu e, com um gemido rouco, pressionou o quadril contra o dela, intensificando o contato. O toque do membro dele contra a intimidade molhada de Lila fez ela soltar um gemido alto, afundando o rosto na curva do pescoço dele.

— Taylor… — sussurrou, com a voz trêmula, entre um suspiro e outro.

Ele deslizou os lábios até a boca dela, capturando-a num beijo profundo, ardente, que parecia consumir todo o ar que restava entre eles. O beijo tinha fome, tinha urgência, tinha promessas silenciosas que nenhum dos dois ousava dizer em voz alta. As línguas se encontraram num ritmo lento, explorando, saboreando, provocando.

A mão de Taylor deixou a cintura e desceu pela lateral da coxa dela, os dedos firmes traçando caminhos quentes pela pele úmida. Ele segurou uma das pernas dela, ajustando-a ainda mais ao redor da cintura dele, guiando o corpo dela contra o seu, provocando atrito suficiente para deixá-la ofegante.

— Sente isso, Lila… — ele murmurou entre os beijos, com a voz baixa, pesada de desejo. — Olha o que você causa em mim.

Ela abriu os olhos, encontrando o olhar intenso, profundo, quase selvagem dele. O ar parecia preso entre os dois, o som da água caindo abafava tudo, e o mundo inteiro se resumia àquele instante.

Taylor encostou a testa na dela, respirando fundo, com os lábios ainda roçando os dela, e sussurrou:

— Eu tô no meu limite…

Lila fechou os olhos, sentindo o corpo vibrar sob o peso da confissão, a pele sensível reagia a cada toque, cada palavra, cada respiração quente dele contra a sua boca.

— Então não para…

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