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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 123

O quarto estava mergulhado em um silêncio confortável. Era como se o próprio tempo tivesse decidido parar, concedendo a eles um intervalo só deles, onde nada mais importava além do que estava acontecendo ali.

O sol da manhã atravessava as frestas da cortina, derramando faixas douradas sobre os lençóis amassados, onde ainda estavam marcadas as memórias da noite anterior. O ar, impregnado pelo cheiro de pele, suor e desejo, parecia aquecido demais, como se cada partícula guardasse um pouco da intensidade que haviam vivido horas antes.

Taylor estava sobre ela, apoiado em um dos braços, o corpo grande projetando uma sombra quente sobre o dela. Os olhos azuis, semicerrados e intensos, estavam fixos nela com uma concentração quase hipnótica, como se, naquele momento, não houvesse nada, nem ninguém, além dela. O cabelo loiro bagunçado caía rebelde sobre a testa, algumas mechas grudadas pelo suor, e o peito largo ainda brilhava com umidade. Havia algo perigoso no sorriso lento que curvava os lábios dele, uma promessa silenciosa de que o que viria agora seria ainda mais arrebatador.

Lila estava deitada de lado, com os cabelos loiros espalhados pelo travesseiro, a respiração profunda e serena, mergulhada em um sono pesado. O quarto permanecia silencioso, exceto pelo som baixo e compassado do vento atravessando as frestas da janela. A madrugada havia sido intensa, o corpo dela ainda exalava calor, e cada músculo, embora relaxado, carregava o resquício do prazer que os dois haviam vivido.

De repente, um toque suave e morno roçou a pele nua do seu ombro, despertando-a lentamente. Os lábios de Taylor pousaram ali com uma delicadeza quase reverente, espalhando um arrepio instantâneo por toda a extensão do seu corpo. Lila abriu os olhos devagar, ainda sonolenta, sentindo o coração acelerar antes mesmo de entender o porquê.

Quando virou um pouco o rosto, encontrou o olhar dele, cheio daquela chama que ela já reconhecia tão bem. Taylor estava apoiado sobre um dos braços, os cabelos loiros desalinhados caiam pela testa, a pele dourada ainda úmida do calor que emanava entre eles.

Por um instante, Lila pensou que o corpo não responderia… mas respondeu. Sempre respondia a ele. O calor se espalhou de novo, pulsando sob a pele, deixando-a inquieta, viva, faminta. O beijo no ombro desceu devagar pela curva do pescoço, e ela sentiu o hálito quente dele misturado com o cheiro amadeirado da sua pele.

— T-Taylor… — murmurou, com a voz rouca pelo sono, mas carregada de algo que os dois reconheciam.

Ele ergueu o olhar, com os lábios próximos demais, e sorriu de um jeito lento, perigoso, que a fez prender a respiração. A mão grande acariciou a cintura dela por baixo do lençol, com uma paciência que contrastava com a urgência evidente no azul dos olhos dele.

Lila sabia que não tinha se recuperado da noite anterior… mas, ao sentir o toque dele, ao ver aquele desejo queimando de novo, qualquer resistência se desfazia. O corpo reagia antes mesmo que a mente processasse e a necessidade de tê-lo, mais uma vez, era inevitável.

Ele aproximou o rosto, roçando os lábios no canto da boca dela, deixando a respiração quente bater contra a pele sensível, e sussurrou com aquela voz grave, rouca, carregada de provocação:

— Relaxa, princesa… — sussurrou enquanto a ponta do nariz deslizava pela linha do queixo dela, provocando um arrepio. — Eu ainda não terminei com você.

O rubor subiu imediatamente pelas bochechas de Lila, e ela mordeu o lábio inferior, tentando conter o sorriso pequeno que ameaçava escapar. O coração batia descompassado, como se soubesse que estava prestes a se render novamente.

Taylor apoiou a mão grande na cintura dela, e os dedos quentes e firmes deslizaram devagar por baixo do lençol, em um caminho lento e calculado. A palma da mão dele deslizava com posse, contornando cada curva do corpo de Lila como quem explora um território conhecido, mas ainda sagrado. O toque era profundo, íntimo, quase reverente, como se ele quisesse sentir cada centímetro dela, gravar na pele o que já conhecia de cor.

Quando os dedos chegaram ao quadril, ele apertou de leve, provocando-a, arrancando um suspiro baixo que escapou dos lábios dela sem permissão. Mas Taylor não parou ali. O polegar subiu um pouco mais, encontrando o caminho até o seio dela, tocando o mamilo por baixo do lençol. O roçar suave, quase preguiçoso, foi o suficiente para que o corpo de Lila reagisse de imediato, sua pele se arrepiou inteira.

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