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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 124

— Eu… preciso… de você…

Ele se inclinou sobre ela devagar, apoiando uma das mãos ao lado da cabeça dela, e deixou que os lábios roçassem os dela num beijo suave, apenas um sopro de contato, como quem a provoca de propósito. Mas, em seguida, o beijo se aprofundou e um gemido baixo escapou dos lábios dele, vibrando contra a boca de Lila.

Era como se o pedido dela tivesse sido a senha que Taylor esperava para perder o controle. Sem romper o beijo, ele se moveu com lentidão calculada, descendo o corpo até se posicionar no meio das pernas dela, guiando Lila com uma das mãos firmes em seu quadril. O toque dele era seguro, possessivo, e a respiração dela já vinha curta, trêmula, enquanto o coração batia descompassado.

Taylor ergueu o olhar por um instante, fitando-a com intensidade, e então baixou o rosto, deixando uma trilha de beijos quentes pelo pescoço, descendo pelo colo, pelo abdômen, até chegar onde ela mais o queria. Lila fechou os olhos, sentindo cada beijo aumentar o fogo que queimava dentro dela.

Quando finalmente os lábios dele a tocaram, um gemido alto escapou, fazendo o seu corpo arquear de imediato. Taylor a chupava com precisão, explorando cada reação, cada tremor, até encontrar o ritmo exato que a fazia perder o controle. O polegar dele, firme, separava suavemente a pele sensível, enquanto a língua alternava entre movimentos circulares e profundos, arrancando dela sons que nem sabia que era capaz de fazer.

— T-Taylor… — ela arfou, com a voz embargada, enquanto movia os quadris por instinto, buscando mais, querendo mais.

Ele ergueu os olhos apenas por um instante, e um sorriso de pura malícia surgiu em seus lábios antes de voltar a se dedicar a ela com ainda mais intensidade.

O mundo inteiro se reduziu àquele momento, àquela sensação. O quarto parecia girar, os lençóis embolados, a pele em brasa, o prazer crescendo rápido demais para que Lila pudesse controlar.

— Isso, princesa… — ele murmurou contra ela, com a voz rouca e grave, antes de sugar mais forte, deixando-a completamente à mercê dele.

Lila sentia o corpo inteiro vibrar, os dedos afundando no lençol enquanto Taylor se movia entre suas pernas com uma devoção que a deixava sem fôlego. O toque dele era preciso, conhecia cada reação dela como se tivesse estudado cada mínimo detalhe. A língua deslizava lenta no início, explorando, saboreando, enquanto o polegar massageava o ponto mais sensível com movimentos suaves e calculados.

— T-Taylor… — a voz dela saiu rouca, quase um pedido de socorro.

Ele ergueu os olhos azuis, intensos, brilhando como um convite ao pecado, e um sorriso carregado de malícia surgiu nos lábios úmidos.

— Relaxe, princesa… — murmurou, com a voz grave e baixa, antes de chupar mais forte, aumentando a pressão e a velocidade.

O corpo de Lila reagiu de imediato. Um gemido alto, trêmulo, escapou de seus lábios, e os quadris dela se moveram instintivamente, buscando mais do que ele já dava. Taylor segurou suas coxas com firmeza, cravando os dedos de leve na pele sensível, controlando os movimentos dela enquanto impunha seu ritmo.

Ele alternava entre sucções lentas e profundas, lambidas rápidas e precisas, deixando-a completamente perdida. Cada toque, cada investida, parecia calculada para levá-la exatamente ao limite. O calor entre as pernas dela pulsava, o corpo inteiro formigava, e a respiração saía em arfadas curtas, descompassadas, como se o ar estivesse faltando.

— Meu Deus… — Lila arfou, com a voz embargada, e os dedos enroscando-se nos cabelos dele, puxando com força, incentivando-o, implorando sem palavras.

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