O quarto estava mergulhado em um silêncio denso, interrompido apenas pelas respirações aceleradas e descompassadas. Lila ainda tremia sob o corpo dele, o corpo ainda estava sensível, cada nervo pulsava após o orgasmo devastador que a deixou sem ar. Mas Taylor não parecia disposto a parar. Pelo contrário… o olhar dele, azul profundo e ardente, dizia claramente que aquilo estava apenas começando.
Ele deslizou a mão pelo corpo dela devagar, acariciando a lateral da cintura, subindo pelos seios, até segurar o rosto de Lila com firmeza, obrigando-a a encará-lo. O toque era possessivo, mas cheio de uma ternura feroz que a deixava sem chão.
— Olha pra mim, princesa… — murmurou, a voz grave, rouca, carregada de desejo. — Agora você é minha… cada pedacinho de você.
Lila mordeu o lábio inferior, sentindo o peito subir e descer rápido, e apenas assentiu, com os olhos marejados de prazer e expectativa.
Taylor então se posicionou lentamente entre as pernas dela, abrindo espaço com cuidado, mas com uma firmeza que não deixava dúvidas sobre quem estava no controle. Ele se inclinou sobre o corpo dela, com os lábios roçando o canto da boca dela enquanto sussurrava:
— Quero te sentir por inteiro…
Segurando-a pelo quadril, guiou-se até encostar na entrada dela, quente, úmida, ainda pulsando pelo orgasmo recente. O toque fez Lila arfar alto, os dedos se prenderam nos ombros dele, e os olhos se fecharam por instinto. Taylor, no entanto, não permitiu que ela desviasse o olhar.
— Não… — disse baixo, com um sorriso malicioso. — Quero ver o seu rosto. Quero ver o que eu faço com você.
Então, com um movimento lento, profundo e preciso, ele a penetrou devagar, preenchendo-a por inteiro. Lila soltou um gemido trêmulo, abrindo a boca e arqueando o corpo sob o dele. A sensação era avassaladora, como se cada célula reagisse ao contato, e um calor denso se espalhou pelo seu ventre.
Taylor fechou os olhos por um instante, e um grunhido rouco escapou do peito, como se estivesse se contendo para não perder o controle. Ele apoiou a testa contra a dela, respirando pesado, sentindo-a se ajustar a ele, antes de murmurar contra os lábios dela:
— Droga, princesa… você é perfeita… tão apertadinha pra mim…
Lila gemeu baixo, as unhas cravaram levemente nas costas dele, o corpo ainda se acostumando à invasão lenta, mas deliciosa. Taylor começou a mover o quadril devagar, ritmado, cada investida calculada para arrancar dela o máximo de prazer.
No início, os movimentos eram lentos, quase torturantes, como se ele quisesse saborear cada segundo, sentir cada reação. Mas logo o ritmo começou a mudar, ficando mais intenso, mais profundo. Cada estocada fazia a respiração de Lila falhar, e o prazer crescer rápido demais para que ela pudesse controlar.
— T-Taylor…
Ele abriu um sorriso perigoso, seu olhar azul queimava de desejo, e inclinou o corpo um pouco mais sobre ela, afundando ainda mais:
— Isso… fala meu nome… — sussurrou contra o ouvido dela, a voz rouca e grave. — Quero ouvir você me chamar enquanto eu te fodo gostoso.
Um gemido alto escapou dos lábios de Lila, enquanto seus quadris se moviam por instinto, encontrando o ritmo dele. A fricção era intensa, cada investida atingia exatamente onde ela mais precisava, fazendo o calor aumentar e o prazer crescer em ondas que ameaçavam engoli-la de novo.
O corpo dele tremia com o esforço, os músculos estavam tensos, o calor invadiu tudo. Ele se afundou completamente, com os lábios colados no pescoço de Lila, gemendo baixo contra a pele suada, como se o mundo inteiro tivesse parado naquele instante.
Por alguns segundos, o tempo simplesmente não existiu. O quarto ficou em silêncio, quebrado apenas pelo som das respirações irregulares, rápidas, pesadas, misturadas no ar denso.
Taylor manteve o corpo colado ao dela, sentindo o coração de Lila bater contra o seu peito, e pressionou um beijo lento e demorado no canto da boca dela. Ele se afastou apenas o suficiente para fitá-la, com seus olhos azuis ainda escuros de desejo, mas suavizados por um brilho de ternura.
Um sorriso preguiçoso e malicioso surgiu nos lábios dele quando sussurrou, com a voz rouca, baixa, carregada de intimidade:
— Acho que… a gente precisa de um banho, princesa…
Lila tentou responder, mas tudo o que conseguiu foi um gemido rouco, quando ele se retirou de dentro dela. O olhar dela, porém, dizia tudo, não havia forças, mas havia rendição. Taylor sorriu, colou os lábios nos dela mais uma vez, num beijo profundo, quente, lento, saboreando o gosto do prazer que ainda os envolvia.
Ele se afastou devagar, a mão deslizando pela cintura dela com um carinho possessivo, e murmurou contra os lábios dela:
— Mas não se anima muito… o banho vai ser tudo… menos tranquilo.

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