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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 126

O quarto ainda estava impregnado pelo calor da manhã. Os lençóis bagunçados denunciavam tudo o que havia acontecido ali. O ar estava denso, pesado, carregado de prazer, e as respirações ainda estavam entrecortadas. Lila estava deitada sobre o peito nu de Taylor, com o corpo mole, sensível, mas os olhos ainda brilhavam com uma fome silenciosa, como se nada tivesse sido suficiente.

Taylor acariciava os cabelos dela devagar, os dedos grandes e firmes se enroscavam nos fios loiros úmidos de suor. Ele sentiu o peito dela subir e descer sobre o seu, sincronizando as respirações, e, por um momento, apenas a manteve ali, ouvindo o som do próprio coração bater junto ao dela.

Então, inclinou o rosto e depositou um beijo lento no alto da cabeça de Lila, sussurrando contra seus fios:

— Princesa… — murmurou, com a voz grave, rouca, carregada de ternura. — Precisamos de um banho.

Lila ergueu o rosto devagar, o encarando com os olhos semicerrados e um sorriso preguiçoso e tímido surgiu nos lábios inchados e avermelhados pelos beijos intensos.

— Você quer cuidar de mim… ou tem outros planos, cowboy? — provocou, mordendo de leve o lábio inferior, com o tom doce, mas cheio de malícia.

Taylor arqueou uma sobrancelha, e um sorriso lento, quase perigoso, curvou o canto de sua boca. O olhar azul faiscou desejo.

— Eu posso fazer as duas coisas… — respondeu, com a voz arrastada, grave. — Mas, pra ser sincero, não prometo que vou me comportar.

Antes que ela tivesse tempo para qualquer resposta, Taylor a pegou no colo com facilidade, como se ela não pesasse nada. Lila soltou um suspiro surpreso enquanto os braços automaticamente envolviam o pescoço dele.

— Taylor! Eu consigo andar sozinha! — protestou, tentando conter o riso.

Ele inclinou o rosto, aproximando os lábios do ouvido dela, e murmurou num tom provocante:

— Eu sei… — disse, com um sorriso torto, os olhos queimando desejo. — Mas eu gosto de te carregar.

Ele a levou até o banheiro, empurrando a porta com o pé. O ambiente foi tomado por uma luz suave, refletindo nos azulejos claros, e o vapor começou a se formar assim que ele abriu o chuveiro. O som da água caindo preenchia o espaço, criando uma atmosfera íntima, quase proibida.

Taylor a colocou de pé dentro do box e, sem pressa, passou os dedos entre os fios dela, ajeitando-os para trás. O gesto era carinhoso, quase reverente.

— Tá dolorida, princesa? — perguntou, com os olhos azuis atentos, percorrendo o rosto dela.

Lila corou, mordendo o lábio inferior, e assentiu.

— Um pouco… — confessou, ficando de ponta de pés e depositando um beijo no pescoço dele.

Taylor soltou uma risada baixa e rouca, aproximando os lábios da pele úmida do pescoço dela, deixando um beijo lento, provocante, que fez um arrepio correr por todo o corpo de Lila.

— Princesa… — sussurrou, com a voz arrastada, grave, vibrando contra a pele dela. — Se continuar me provocando, esse banho vai ser tudo… menos inocente.

Ela inclinou o queixo, o encarando com os olhos faiscando, e o corpo nu encostado no dele, sentindo o calor quente da pele dele contrastar com a água morna que já caía sobre os dois.

— Quem disse que eu quero um banho inocente, Taylor? — murmurou, com um sorriso atrevido, desafiando-o.

Foi o fim do autocontrole dele. Taylor fechou os olhos por um instante, respirando fundo, tentando se conter… mas o corpo dele já tinha decidido.

Taylor encostou no batente da porta, cruzando os braços. Seus olhos azuis percorriam cada curva do corpo nu dela, enquanto mordia o lábio inferior devagar, como quem se segurava para não atacá-la de novo.

— Princesa… se continuar me provocando assim… — a voz saiu rouca, carregada de uma ameaça velada. — A gente não sai desse quarto hoje.

Lila corou, rindo nervosa, e pegou uma lingerie clara na gaveta, tentando disfarçar o rubor no rosto.

— Tay-Taylor… pelo amor de Deus… — resmungou, balançando a cabeça.

Ele arqueou uma sobrancelha, com o sorriso perigoso surgindo devagar.

— Ora, o que eu posso fazer… se a minha noiva é uma puta gostosa que me enlouquece?

Lila arregalou os olhos, sentindo as bochechas queimarem ainda mais, mas não resistiu ao sorriso que cresceu nos lábios. Caminhou até ele devagar, provocante, apoiando a ponta dos dedos no peito dele antes de se inclinar e roubar um beijo lento e rápido, deixando-o querendo mais.

— Preciso comer alguma coisa, cowboy… — sussurrou contra os lábios dele, com um sorrisinho maroto.

Taylor soltou um suspiro pesado, com os olhos azuis faiscando enquanto passava a língua pelos próprios lábios.

— Tudo bem… — disse, com a voz grave, puxando-a para mais perto. — Eu também preciso trabalhar…

Mas o olhar dele deixava claro que a última palavra daquela manhã ainda não tinha sido dita.

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