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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 135

Quando o corpo de Lila finalmente relaxou, cada músculo ainda se desfazia em tremores suaves, ela se aninhou contra o peito de Taylor como quem busca abrigo. O coração ainda corria em disparada, os pulmões pediam por ar como se tivessem atravessado uma corrida sem fim. A água fria do riacho escorria ao redor, mas era inútil: o calor deles dois era tão intenso que parecia aquecer a corrente inteira.

Taylor a manteve ali, firme, seguro, com um braço possessivo ao redor de sua cintura. A outra mão percorria lentamente as costas dela, num carinho quase hipnótico, marcando cada pedacinho de pele como se dissesse em silêncio: você é minha.

Lila deixou escapar um riso baixo, quase incrédulo, um som leve e tímido que contrastava com o turbilhão que havia acabado de viver. Era o riso de alguém que atravessava um limiar proibido e descobria que gostava demais do que havia encontrado do outro lado.

Taylor inclinou o rosto e beijou aquele canto de riso, selando-o como um pacto.

— Se a Catarina vier com piada… — ela murmurou, de olhos fechados, ainda sem forças para enfrentar o mundo. — A culpa é sua.

— Eu aceito a culpa. — ele respondeu, a voz rouca, ofegante, mas carregada de humor macio. — E peço bis.

Ela mordeu o lábio, fingindo indignação, embora a pele corasse no mesmo instante.

— Abusado.

— Seu abusado. — ele corrigiu, com um sorriso preguiçoso, os polegares desenhando linhas lentas nas laterais da cintura dela. O toque a fez arrepiar-se inteira, ao mesmo tempo que a acalmava.

Demoraram alguns segundos até se afastarem, apenas o bastante para que a água passasse entre os corpos. Taylor passou as mãos pelo rosto, jogou o cabelo molhado para trás e a olhou com aquela intensidade que a deixava sem saída.

— Eu tô perdido. — confessou, simples, honesto, sem máscara.

Lila arqueou as sobrancelhas, um sorriso tímido surgindo nos lábios, mas os olhos brilhando com coragem.

— Então a gente se perde junto.

O silêncio que seguiu foi quebrado apenas pela corrente da água e pelos suspiros entrecortados. E então, ao longe, risos abafados ecoaram por trás das pedras. Dois vultos se aproximavam, nada discretos, tão sutis quanto uma tempestade no meio do pasto.

Taylor e Lila trocaram um olhar cúmplice, o tipo de olhar que dizia ferrou sem precisar de palavras.

— Preparada para a zoeira da sua cunhada? — ele provocou, sorrindo de canto.

— Você vai me pagar, cowboy. — Lila riu, ajeitando o cabelo molhado que caía em mechas pelo rosto.

— E eu sei exatamente como.

— Deixa de ser safado, Taylor! — ela o empurrou de leve, corando.

Ele apenas gargalhou, rouco, beijando o canto da boca dela antes de ajudá-la a ajeitar a calcinha e o sutiã. Lila tentou parecer composta, mas cada olhar dele a desmanchava ainda mais.

— Você tá linda, toda molhada assim — ele murmurou, com os olhos azuis percorrendo cada curva dela. — Ainda bem que nenhum peão aparece nessas bandas. Senão, eu ia ter que sair nos t***s.

— Cala a boca, Taylor! — ela sussurrou, tentando abafar o riso nervoso.

— Uai, sou ciumento, não nego! — disse ele, cruzando os braços e fazendo um bico exagerado.

Ela não resistiu: se aproximou, envolvendo os braços ao redor do pescoço dele, e sussurrou ao ouvido:

— Não precisa ter ciúmes, cowboy. Sou toda sua.

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