Lila abriu os olhos devagar, encontrando o olhar dele, e sentiu o corpo inteiro estremecer quando Taylor pressionou o quadril contra o dela, a rigidez evidente deixando claro o quanto ele também estava no limite.
— Taylor… — ela sussurrou, implorando por algo que seu corpo desejava.
— Fala mais baixo, Montgomery… — ele provocou, roçando os lábios na bochecha dela até chegar perto da orelha. — Senão a Catarina vai saber exatamente o que a gente tá prestes a fazer.
A insinuação a fez corar violentamente. Taylor percebeu e sorriu satisfeito, deslizando a ponta do nariz pela linha do maxilar dela até alcançar o canto da boca. O hálito quente se misturava ao dela, e a respiração acelerada já denunciava o quanto estavam à beira de perder o controle.
Ele parou ali, apenas a milímetros dos lábios dela, respirando pesado, deixando a tensão se estender até doer.
— Então… o que vai ser, princesa? — murmurou, a voz grave e carregada de luxúria. — A gente volta pra fazenda ou eu te faço perder o juízo aqui mesmo?
O silêncio dela, misturado ao olhar vidrado, foi a resposta que ele queria.
Taylor sorriu, lento e perigoso, antes de finalmente capturar a boca dela num beijo profundo, ardente, carregado de desejo contido. Suas mãos deslizaram pela cintura dela, puxando-a com força contra si, até que não restasse nenhum espaço entre os corpos.
— Fala comigo… — ele pediu, encostando a testa na dela, controlando o impulso de possuí-la ali mesmo. — Me diz que é minha.
— Eu… — ela respirou fundo, sentindo a voz falhar enquanto apertava os dedos na nuca dele. — Sou sua.
O sorriso dele surgiu devagar, feroz, satisfeito. Taylor a conduziu para um canto mais escondido, onde a vegetação fechava em torno e o riacho servia de trilha sonora para os segredos que prestes a se revelarem.
Ele a beijou de novo, desta vez sem freios. A boca dele dominava a dela, firme, faminta, como se quisesse gravar em sua pele cada promessa da noite anterior.
— Nossa, senti falta disso… — murmurou entre beijos, com a voz rouca, embargada de desejo.
As mãos dele subiram pelas laterais do corpo dela, firmes, possessivas, até alcançar o colo. O polegar roçou sobre o mamilo endurecido através do tecido encharcado, arrancando dela um gemido alto e trêmulo.
— T-Taylor… — ela arfou, tombando a cabeça para trás e fechando os olhos.
Ele não teve piedade. Apertou o seio com mais firmeza, provocando um arrepio intenso que percorreu cada centímetro do corpo dela. A boca deslizou pelo pescoço molhado, sugando a pele sensível, deixando marcas que queimavam tanto quanto a água fria que escorria por entre os dois.
Num instante, ele perdeu o controle. Tomou Lila nos braços como se fosse leve demais para resistir, e ela, sem pensar, envolveu a cintura dele com as pernas.
— Taylor… — o nome escapou da boca dela como um gemido, uma súplica.
Ele a prensou contra a parede úmida de pedra, e o contraste entre o frio da rocha e o fogo que os consumia fez Lila tremer de prazer. O beijo se tornou selvagem, desesperado, a língua dele explorava cada canto de sua boca, roubando-lhe o ar e devolvendo em troca apenas luxúria.
As mãos dele percorriam as coxas dela, subindo e descendo com força, apertando, marcando, reclamando cada pedaço como posse. O atrito entre eles era enlouquecedor, mesmo cobertos por tão pouco, a fricção da intimidade os fazia perder completamente a razão.
— Você me deixa louco… — ele rosnou contra a boca dela, com a respiração quente e irregular.
O corpo dela reagiu antes que a mente pudesse pensar. Os quadris se moveram num instinto primitivo, buscando mais, buscando alívio. O som abafado dos gemidos dela se misturava ao som da água correndo, criando uma melodia proibida.
Taylor a encarou com aqueles olhos azuis turvos de desejo. Um gemido grave escapou de sua garganta quando sentiu a rendição completa dela.
Ele não esperou mais. A mão deslizou por dentro do tecido molhado, alcançando a pele quente e trêmula. Os dedos encontraram a intimidade dela, e Lila quase gritou, mordendo os lábios para não chamar atenção.
— Tão molhada pra mim… — ele sussurrou, com a voz rouca, faminta. — Do jeito que eu gosto.
Ela arqueou contra o toque, gemendo baixo, incapaz de resistir. Cada movimento dele era lento, profundo, calculado para enlouquecê-la ainda mais. O prazer crescia como uma onda dentro dela, ameaçando transbordar.
— Me diz de novo, Lila… — ele ordenou, com os dedos deslizando em círculos, provocativos. — Diz que é minha.
— Eu sou sua… — ela arfou, os olhos revirando-se em êxtase. — Só sua.
Ele não aguentava mais esperar. O corpo dela, trêmulo e rendido, implorava silenciosamente. Taylor a manteve firme contra a parede de pedra, com os olhos azuis mergulhados nos dela, como se quisesse arrancar até a alma antes de tomá-la.
Num movimento seguro e decidido, ele se posicionou, abaixou a box, retirando seu membro que pulsava de desejo, e roçou a glande contra a intimidade já úmida, provocando um choque de prazer tão forte que Lila deixou escapar um gemido alto, arfado, que ele abafou com a própria boca.
— Arriegua, Lila… — ele murmurou, com a voz grave, tomada pelo desejo. — Você vai me matar de tanto te querer.
E então, sem mais delongas, ele a penetrou de uma só vez.

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