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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 136

Taylor ainda ria quando Catarina, sem nenhuma pressa, deixou que Maurício a arrastasse pelo braço. Lila suspirou fundo, tentando recompor-se, mas era impossível com o calor ainda vibrando em cada centímetro do corpo. Taylor, provocador, ainda beijou-lhe a têmpora antes de soltar um comentário baixo no ouvido dela:

— Eles podem rir à vontade… eu sei muito bem quem saiu ganhando hoje.

Ela corou, empurrando-o de leve, mas sem força de verdade. Os dois saíram do riacho e caminharam até onde estavam suas roupas. Lila se trocou rapidamente sob o olhar intenso de Taylor que parecia determinado a provocá-la. Depois de já vestidos, os quatro seguiram juntos até onde estavam os cavalos. Diablo relinchou ao ver o dono e Taylor se aproximou do garanhão tocando sua crina e dizendo:

— Cuidou bem da nossa princesa, Diablo, bom garoto.

Lila sorriu e se aproximou do animal também o acariciando.

— Vou resolver uns pepinos na fazenda vizinha, mas prometo que volto logo. — Taylor falou acariciando o rosto de Lila que sorriu consentindo com a cabeça.

Taylor trocou um último olhar cúmplice com Lila antes de subir na sela. Maurício já o acompanhava montando em Trovoada.

— Se comportem, meninas. — disse, com aquele meio sorriso que era ao mesmo tempo ameaça e promessa.

— Vocês que se cuidem. — Catarina rebateu, cruzando os braços. — Eu e a Lila sabemos nos virar.

Lila apenas sorriu de canto, sem coragem de abrir a boca, sabia que qualquer coisa que falasse, seria uma nova provocação da cunhada. Taylor piscou para ela antes de estalar as rédeas e montar em Diablo, e em pouco tempo os dois homens partiram, cavalgando em direção ao horizonte, fazendo apenas o som dos cascos ecoar no silêncio da tarde.

Catarina se aproximou da cunhada, envolveu o braço no dela e disse com um sorriso travesso:

— Meu irmão está apaixonado…

Lila abaixou o olhar, sentindo o rosto corar, mas não disse nada. Catarina, é claro, não perdeu a oportunidade de apertar ainda mais a ferida:

— E olha, cunhadinha… você perdeu a virgindade ontem e já estão parecendo dois coelhinhos.

— Catarina! — Lila exclamou, incrédula, escondendo o rosto com a mão livre. — Você não tem jeito, não é?

— Nenhum! — a loira respondeu, rindo alto. — E não adianta me olhar assim. Eu vi o jeitinho que meu irmão se afastou de você agora, parecia que queria ficar agarradinho o tempo inteiro.

Lila bufou, tentando conter o riso que ameaçava escapar, mas a vergonha a dominava por completo.

— Você é impossível.

— Impossível e realista. — Catarina completou, arqueando uma sobrancelha. — Só quero saber de uma coisa: como foi que você fez pra domar aquele cowboy teimoso? Porque, olha… Taylor sempre achou que nenhuma mulher ia fazê-lo se render. Pois parece que você conseguiu.

Lila suspirou, sem jeito, mas havia um brilho suave em seus olhos que não conseguia esconder.

— Eu não domei ninguém, Cata. Eu só deixei acontecer.

— Deixou acontecer? — Catarina soltou uma risada divertida. — Se deixar acontecer mais uma vez, a gente vai precisar aumentar a casa pra caber tanto filho de vocês dois!

— Catarina! — Lila quase se engasgou, rindo e escondendo o rosto com as mãos, desesperada.

Ela apenas gargalhou, puxando-a mais para perto e sussurrando com malícia:

— Relaxe, cunhadinha… só estou treinando você. Porque se quiser sobreviver aqui, vai ter que aprender a lidar com minhas provocações.

Lila balançou a cabeça, sorrindo apesar da vergonha, e respondeu baixinho:

— Tenho a impressão de que você vai me dar mais trabalho que o próprio Taylor.

Catarina piscou, vitoriosa.

— Ah, pode apostar.

As duas ficaram lado a lado no caminho de volta à casa grande. O silêncio entre elas era leve, confortável, apenas quebrado por algum comentário ocasional de Catarina sobre a noite anterior no bar ou os risos contidos de Lila ao lembrar-se das piadas do riacho.

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