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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 143

Mais tarde, depois do banho, o quarto já estava tomado por uma penumbra suave, iluminado apenas pela luz amarelada do abajur. O vapor ainda pairava no ar, trazendo o cheiro fresco de sabonete e de pele recém-lavada, misturado ao perfume adocicado de Lila que se espalhava lentamente pelo ambiente.

Ela saiu do banheiro devagar, quase em câmera lenta, como quem sabia cada detalhe do efeito que causava. A camisola preta de renda parecia feita sob medida para provocar: leve, fina, transparente nos lugares exatos, insinuando muito mais do que escondendo. Os cabelos loiros ainda úmidos escorriam pelos ombros, algumas mechas grudadas na pele clara, deixando-a com um ar ainda mais irresistível.

Taylor estava sentado na beira da cama, apenas de calça de pijama, o tronco nu brilhando sob a luz suave. Os cotovelos apoiados nos joelhos, a postura relaxada apenas na aparência. Quando ergueu os olhos e a viu, foi como se tivesse levado um golpe no peito. Os olhos azuis se incendiaram de imediato, e o maxilar dele se contraiu num esforço visível para manter o controle.

Lila percebeu. Corou, mas sorriu. E naquele sorriso havia malícia pura.

— Você tá me olhando como se eu fosse… — disse, mordendo de leve o lábio inferior, fingindo inocência.

— Como se fosse tudo. — ele completou sem piscar, levantando-se.

Ela arqueou uma sobrancelha, divertida.

— Tudo? Não exagere, cowboy. No máximo eu sou… metade. — virou-se lentamente, girando sobre os pés, e a camisola exibiu de relance suas costas nuas. Ela piscou, provocativa. — A outra metade é essa renda aqui.

Taylor respirou fundo, o corpo inteiro em tensão, mas ainda se contendo.

— Você não tem ideia do que faz comigo, Lila Montgomery.

— Talvez eu tenha sim. — rebateu, andando lentamente pelo quarto, sem pressa, como uma felina medindo seu território. — E é por isso que eu gosto de te ver se contorcendo, tentando se segurar.

Ela caminhou até a penteadeira, inclinando-se para fingir que ajeitava os cabelos no espelho. No gesto descuidado — ou talvez proposital — a barra curta da camisola subiu, revelando a calcinha preta minúscula, fio dental, que quase não existia. O tecido fino contrastava com a pele clara, e Taylor sentiu o ar escapar de seus pulmões.

— Lila… — o tom da voz dele agora era um aviso sério, grave, carregado de ameaça doce.

Ela virou de leve o rosto, sorrindo.

— O quê? Vai me prender por desacato à autoridade de fazendeiro mandão? — provocou, rindo, enquanto voltava a andar, encostando as costas na parede do quarto. Uma das alças da camisola escorregou pelo ombro sozinha, deixando a pele ainda mais exposta.

O controle dele se partiu ali. Em dois passos largos, Taylor a alcançou. As mãos grandes seguraram-lhe a cintura com firmeza, puxando-a contra o corpo dele, fazendo-a sentir cada linha do peito quente e nu. Lila arfou, mas o sorriso vitorioso não saiu dos lábios.

— Você provoca porque sabe que eu não resisto. — ele murmurou, roçando os lábios nos dela.

— Talvez… — respondeu com a voz baixa e o olhar travado no dele. — Ou talvez eu só goste de ver até onde você aguenta antes de… perder a linha.

Taylor riu sem humor, um som baixo, rouco, perigoso. E então a beijou. Não foi um beijo contido. Foi faminto, urgente, um choque de lábios que arrancou o ar de Lila. Ela correspondeu no mesmo ritmo, agarrando os cabelos dele, puxando com força, exigindo mais.

Sem esforço, Taylor a pegou no colo, arrancando uma risada surpresa dela.

— Tá vendo? Eu sabia que ia perder o controle. — sussurrou contra a boca dela, ainda rindo.

Ele se afastou apenas o bastante para olhar para ela, completamente rendida sob sua presença. Os olhos azuis estavam famintos, mas também havia ternura neles, como se não acreditasse que aquela mulher realmente fosse dele.

Lila corou sob o olhar, mas não desviou.

— Vai ficar só olhando? — provocou, num fio de voz.

Taylor riu baixo, um riso que vibrava no peito dele. Então desceu os lábios até os dela, e o beijo foi ardente, profundo, um choque de desejo que a fez agarrar os ombros dele com força.

Os beijos não pararam nos lábios. Ele percorreu o queixo, o pescoço, deixando rastros de calor por onde passava. Cada beijo era intenso, molhado, acompanhado do roçar dos dentes que a fazia arrepiar inteira. O corpo de Lila reagia, arqueando, pedindo mais.

As mãos grandes dele deslizaram pela lateral da cintura, descendo até a curva das coxas. O tecido fino da calcinha foi encontrado por seus dedos, que a tocaram de leve, apenas o suficiente para fazê-la suspirar alto. Taylor a olhou de novo e um sorriso perigoso surgiu nos seus lábios.

— Essa… eu não tenho paciência para tirar devagar. — murmurou, e com um gesto firme, mas ainda cuidadoso, puxou a peça para baixo, a cada segundo revelando mais dela, até finalmente deixando ela completamente nua.

Lila fechou os olhos, sentindo o coração martelar forte. Sentia-se completamente exposta, mas ao mesmo tempo segura, desejada como nunca antes.

Taylor inclinou o corpo novamente sobre ela, e sussurrou:

— Provocou princesa, agora se prepara…

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